Sombras
Esperanza de mi vida
Mujer casta de mi ensueño
No olvides que soy el dueño
De tu sensible pasión
No dejes mi alma transida
No des hiel al corazón
Dame aquel mundo risueño
Que con dolor nos separa
Y la caricia cara
De mi única ilusión
Penas, tejiendo vives
Tiemblas, martirio cruel
Llanto, será la angustia
Cuando, tu corazón
Sienta los desencantos
Y te hundas en las sombras
Sin ilusión
Desprecia la vida triste
De fatídica alegría
Si conservas todavía
De mi cariño el calor
Aún te adoro, no te hundiste
En las sombras del dolor
Solo quiero que seas mía
Porque aumentas mis desvelos
No ves que siento celos
Si tú dudas de mi amor
Sombras
Esperança da minha vida
Mulher pura do meu sonho
Não esqueça que sou o dono
Da sua paixão sensível
Não deixe minha alma ferida
Não dê veneno ao coração
Me dê aquele mundo sorridente
Que com dor nos separa
E o carinho precioso
Da minha única ilusão
Tristezas, tecendo vives
Treme, martírio cruel
Choro, será a angústia
Quando, seu coração
Sinta os desencantos
E você se afunde nas sombras
Sem ilusão
Despreze a vida triste
De alegria fatídica
Se ainda conserva
O calor do meu carinho
Ainda te adoro, não se afundou
Nas sombras da dor
Só quero que você seja minha
Porque aumenta minhas insônias
Não vê que sinto ciúmes
Se você duvida do meu amor
Composição: F. Pracánico / V. Servetto