Tus Violetas
Como un recuerdo de tus amores
Estas violetas conservaré
Porque tu vida, como estas flores
Llenará mi alma de amor y fe
Voy a guardarlas como un tesoro
Porque ellas tienen, de tu pasión
Besos sublimes, besos que adoro
Porque me llenan el corazón
Junto al retrato que tú me dieras
Paso las noches pensando en ti
Como si en sueños se apareciera
Tu amado rostro cerca de mí
Si tú supieras con qué ternura
Busco en mis horas de soledad
Toda la gracia de tu hermosura
Todo el arrullo de tu bondad
Son tus violetas frescas y suaves
Como las brisas de un día azul
Flores fragantes donde las aves
Alzan un canto de juventud
Cuando recuerdo que tu fragancia
Me hace dichoso, me hace feliz
Pienso en que toda nuestra distancia
Mi alma se acerca con gozo a ti
Mujer divina, mujer amada
En tus suspiros quiero llegar
Hasta tu alcoba de enamorada
Donde cien veces llegué a cantar
Estas violetas de rica esencia
Junto a mi lado, no morirán
Como no mueren nunca, en la ausencia
Mis tiernas frases que a verte van
Suas Violetas
Como uma lembrança dos seus amores
Essas violetas eu vou guardar
Porque sua vida, como essas flores
Vai encher minha alma de amor e fé
Vou mantê-las como um tesouro
Porque elas têm, da sua paixão
Beijos sublimes, beijos que adoro
Porque enchem meu coração
Ao lado da foto que você me deu
Passo as noites pensando em você
Como se em sonhos aparecesse
Seu amado rosto perto de mim
Se você soubesse com que ternura
Busco nas horas de solidão
Toda a graça da sua beleza
Todo o carinho da sua bondade
São suas violetas frescas e suaves
Como as brisas de um dia azul
Flores perfumadas onde os pássaros
Cantam uma canção de juventude
Quando lembro que sua fragrância
Me faz feliz, me faz sorrir
Penso que toda a nossa distância
Minha alma se aproxima com alegria de você
Mulher divina, mulher amada
Nos seus suspiros quero chegar
Até seu quarto de apaixonada
Onde cem vezes cheguei a cantar
Essas violetas de rica essência
Ao meu lado, não vão morrer
Como não morrem nunca, na ausência
Minhas frases ternas que vão te ver
Composição: G. Barbieri