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fulô da alegria

Carlos Pitta

Foi quando a fulo da ribeira florou, meu amor
Teus óio se abriu feito renda de lá, meu amor
Foi quando o sofrê e ocauã no seu canto avisou

Que dança da chuva seria
O forró da alegria, sereia
A morena nos olhos teria
O mistério da água incendeia

Teus olhos de pedra no mar
Maraca de índio na aldeia
E a estrela menina cheia
E a Lua nova quando clareia

Deixa na areia os segredo do amor
O segredo do amor

Composição: Carlos Pita, Gereba