Devourer of Light
Entranced by the mists of disease
We rest our eyes upon the Monarch
The apparent true claimant of the crown
Sowing grains of comprehension
That an unworthy heir is to reign beyond the grave
A possible tale forgotten and buried?
A long lost wisdom of treachery?
A tablet ripped from our prophecy?
And in dismissive awe we cross the ragged floor
Vile visions glare in the sooted flare from torch after torch
Past fields of futile dreams went our voyage to seek
The wreath of wither and to reap the seeds of filth
Rumours led us hither but all we glean
Are visions of tongues on skin, in this moulted depiction of sin
Doors open and heavy shadows are cast upon our figures
As we adhere to the alluring hands of The Great Depressor
We behold the crown and our ignorance fades
In the glistening reflection of a lost sunray
No lies fool our eyes as they gaze upon The Great Devourer
The true lion of our Sun!
The volatile flicker drowns in the shade
Encapsuled in a jewel the Sun’s lost ray fades
Down, our Monarch leads the way
Another set of slanting corridors coil behind the gate
Doors etched by panicked nails, in vain!
For there’s no surpassing the ways of fate
And we are led past a blown torch
Into a chamber with sooted, scorched floors
Stained by deeds unknown
Rows of catafalques
Shackles
Walls hollowed
A reek of womb
Our intentions of cleansing put us in debt to oblivion
Mistaken for wisdom to own
And in dismissive awe we cross the ragged floor
Vile visions shared with The Depraved Heir
As fuel for the engorged entities of fleshrot
A journey into tragedy
To pollute the futile breeding of life
Life is futile
Always we would seek the meaning, in vain
For life was futile
Vile visions will be our last
As life stays futile, we’ll wither in infinite nihility
Devorador de Luz
Enfeitiçados pelas brumas da doença
Descansamos nossos olhos sobre o Monarca
O aparente verdadeiro pretendente à coroa
Semeando grãos de compreensão
Que um herdeiro indigno está destinado a reinar além do túmulo
Um conto possível esquecido e enterrado?
Uma sabedoria há muito perdida de traição?
Uma tabuleta arrancada de nossa profecia?
E em um assombro displicente cruzamos o chão esfarrapado
Visões vis encaram na fuligem das tochas uma após a outra
Passamos por campos de sonhos fúteis em nossa jornada para buscar
A coroa do murchamento e colher as sementes da sujeira
Rumores nos levaram até aqui, mas tudo o que colhemos
São visões de línguas na pele, nesta representação descamada do pecado
Portas se abrem e sombras pesadas são lançadas sobre nossas figuras
Enquanto aderimos às mãos sedutoras do Grande Depressor
Contemplamos a coroa e nossa ignorância desaparece
No reflexo cintilante de um raio de sol perdido
Nenhuma mentira engana nossos olhos enquanto eles contemplam o Grande Devorador
O verdadeiro leão de nosso Sol!
A cintilação volátil se afoga na sombra
Encapsulado em uma joia, o raio perdido do Sol desaparece
Abaixo, nosso Monarca lidera o caminho
Outro conjunto de corredores inclinados se enrola atrás do portão
Portas entalhadas por unhas em pânico, em vão!
Pois não há como superar os caminhos do destino
E somos levados além de uma tocha apagada
Para uma câmara com pisos enegrecidos e chamuscados
Manchados por feitos desconhecidos
Fileiras de catafalcos
Algemas
Paredes ocas
Um cheiro de útero
Nossas intenções de purificação nos colocam em dívida com o esquecimento
Confundidos com sabedoria para possuir
E em um assombro displicente cruzamos o chão esfarrapado
Visões vis compartilhadas com o Herdeiro Depravado
Como combustível para as entidades engorduradas da carne apodrecida
Uma jornada para a tragédia
Para poluir a procriação fútil da vida
A vida é fútil
Sempre buscaríamos o significado, em vão
Pois a vida era fútil
Visões vis serão nossas últimas
Enquanto a vida permanece fútil, murcharemos na nulidade infinita