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Fermentando Blastosferas da Futura Putridão

Carnosus

Fermenting Blastospheres of Future Putridity

Door shut behind back, stopped dead in his tracks
The Majesty grins as He listens to the anguished fool
Trying to repent for past betrayals
But to seek atonement is to grasp for nothingness
Useless filth! With negligence thou hast trodden!

Chains rattled, casket closed
A fissure slips a sight of catafalques mounted by lacerated slaves
Pestered by forced procreation
Down in the deep ends of my depravity
My visions reek of fermentation
The fate of the devotees of mine, squealing like swine!

In the vaults of coital violations where skin is peeled off bodies
You’ll lay locked to rot and fuel the spoliation of my spawn
Fettered corpses, oozing cadaveric fumes!
Transmuting blastospheres!
Toxemia!
Childbearers defunct!

A coward’s fortune
To through chronicles of perversion squirm
Fundamental to my reign is to tread rotten and unfirm
Necrocracy!
For what is dead can not be conquered only fed to the worm
Elusive is my nature and as I secede
From my withering palace behind me I’ll leave
Here in the cesspool of my reign
The devotees of mine breeding like swine

In the cesspool of my reign coital violations take place
Birth upon a silt of deflorated remains
Forced breeding under influence of the rancid
Dead semen, each infected cell to evolve as a demon

A world to pester, an earthbound mother to befoul!
I’ve been biding my time
For years on the prowl
Seeking the remedy for life

Fermentando Blastosferas da Futura Putridão

Porta fechada atrás das costas, parou morto em suas trilhas
A Majestade sorri enquanto Ele ouve o tolo angustiado
Tentando se arrepender por traições passadas
Mas buscar a redenção é agarrar-se ao nada
Imundície inútil! Com negligência tu pisaste!

Correntes tilintaram, caixão fechado
Uma fenda desliza um vislumbre de catafalques montados por escravos lacerados
Atormentados pela procriação forçada
Lá nas profundezas da minha depravação
Minhas visões exalam de fermentação
O destino dos devotos meus, guinchando como porcos!

Nos cofres de violações coitais onde a pele é arrancada dos corpos
Tu jazerás trancado para apodrecer e alimentar a pilhagem da minha prole
Cadáveres acorrentados, exalando fumaças cadavéricas!
Blastosferas transmutantes!
Toxemia!
Geradoras de filhos defuntas!

A fortuna de um covarde
Para através de crônicas de perversão se contorcer
Fundamental para meu reinado é pisar podre e instável
Necrocracia!
Pois o que está morto não pode ser conquistado, apenas alimentado ao verme
Elusiva é minha natureza e ao me retirar
Do meu palácio murchando, atrás de mim partirei
Aqui no esgoto do meu reinado
Os devotos meus se reproduzindo como porcos

No esgoto do meu reinado violações coitais ocorrem
Nascimentos sobre um lodo de restos deflorados
Procriação forçada sob influência do rançoso
Sêmen morto, cada célula infectada a evoluir como um demônio

Um mundo para atormentar, uma mãe terrena para sujar!
Tenho esperado meu tempo
Por anos à espreita
Buscando o remédio para a vida

Composição: