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Procissão da Depressão

Carnosus

Procession of Depression

Come forth!
Enter my palace, carved in the very spine of Earth
Pilgrims have descended far on their journey to curse me
Tread to me and kneel!
All, align to the procession
Crawling in my dominion of flies: Lies
Here dies the resistance of the befouled Messiah

Protestors come from afar, gathered facing a closed up cavity
Open thy gate! We have cometh to cleanse The Withered One!
My spinelike path is thine to crawl upon
Thou shalt taste my wrath within the casketal gate!
I welcome thee, I invite thee to dwell in my palace of hell!

Join the procession of depression
Under my eye of misfortune they’re destined to neglect
The true cursed ones shall be
The offspring produced under my reign

Desanctified upon arrival!
Now cleanse this taint of shame within the house of my fathers!
Incarcerated within walls
Freckled with stains of dishonour they’re to be drained
Each drop echoing through the deep dark chambers

Snared by tongues to engage in sin
Tickling the crevices, reaching within
To harvest the nectar of the foul natured hearts of the pilgrims
A journey to end in a travesty of salvation
Swelling in the depths of my cavern

Abhorrent futures lie in plain sight
Obstructed by a few worthless lives resisting the throne
Soon fermenting below, sealed in the maternal orifice
Enclosed in earth

Dissidents encapsuled within hollowed walls
Exuding a mephitic stench
Cadaverine to intoxicate the seedlings of a withered breed
Conjured through atrocities unspoken of in ancient prophecies

Neither epitaph nor grave
For the submissive corpses of unwilling slaves!

Procissão da Depressão

Avance!
Adentre meu palácio, esculpido na própria espinha da Terra
Peregrinos desceram longe em sua jornada para me amaldiçoar
Aproxime-se de mim e ajoelhe-se!
Todos, alinhem-se à procissão
Rastejando em meu domínio de moscas: Mentiras
Aqui morre a resistência do Messias profanado

Manifestantes vêm de longe, reunidos diante de uma cavidade fechada
Abra teu portão! Viemos para purificar O Murchado!
Meu caminho espinhoso é teu para rastejar
Tu provarás minha ira dentro do portão sepulcral!
Eu te dou as boas-vindas, eu te convido a habitar em meu palácio do inferno!

Junte-se à procissão da depressão
Sob meu olho de infortúnio eles estão destinados ao descaso
Os verdadeiramente amaldiçoados serão
A prole gerada sob meu reinado

Desconsagrados à chegada!
Agora purifiquem esta mancha de vergonha dentro da casa de meus pais!
Encarcerados dentro de paredes
Sardentos com manchas de desonra a serem drenados
Cada gota ecoando pelos profundos e escuros aposentos

Enredados por línguas para se envolver em pecado
Cochichando nas fendas, alcançando o interior
Para colher o néctar dos corações malévolos dos peregrinos
Uma jornada para terminar em uma tragédia de salvação
Inchando nas profundezas de minha caverna

Futuros abomináveis à vista
Obstruídos por algumas vidas sem valor resistindo ao trono
Logo fermentando abaixo, selados no orifício materno
Encerrados na terra

Dissidentes encapsulados dentro de paredes ocas
Exsudando um fedor mofento
Cadaverina para intoxicar as mudas de uma raça murcha
Conjurados através de atrocidades não mencionadas em profecias antigas

Nem epitáfio nem sepultura
Para os corpos submissos de escravos relutantes!