Interludio
Condenado a no dormir
Persiguiendo brujas por Madrid
Creo en cosas que no son verdad
Acostumbrado a lo paranormal
Miro dentro, pero hay un vacío
En un cuerpo que no siempre es mío
¿Cuántas veces te mentí
Diciendo que siempre estaría junto a ti?
¿Cuántas veces iba ciego y no vi
Que todo lo que busco ha estado siempre justo aquí?
Miro dentro, pero hay un desierto
Que atravieso a corazón abierto
Interlúdio
Condenado a não dormir
Perseguindo bruxas por Madrid
Acredito em coisas que não são verdade
Acostumado ao paranormal
Olho pra dentro, mas tem um vazio
Em um corpo que nem sempre é meu
Quantas vezes eu te menti
Dizendo que sempre estaria ao seu lado?
Quantas vezes fui cego e não vi
Que tudo que procuro sempre esteve bem aqui?
Olho pra dentro, mas tem um deserto
Que atravesso de coração aberto