Sacalo
Sa-Sa-Sácalo
Por andar de preguntón
Un viejón le contestó
Mejor pongan atención
Ese don es un cabrón
La baila por Nuevo León
Desde morro le chingó, ganar feria le gustó
Perros pelioneros, malillas y pandilleros
Fueron sus compañeros junto con los que aprendió
Con el tiempo prometió
Iba a sobrar lo que alguna vez soñó
Y ahora que tiene, se entretiene
Drogas, armas y mujeres, trocas, motos y Mercedes
Y como a nadie le debe, se la deben
Como Mendes no comprenden, tán bien verdes sus tatuajes
Calaveras, calaveras de a de veras, aunque el viejo no quisiera
De morirse a que se mueran, pos que se mueran
Con más vidas que un felino y una estaca pa' vampiros
Cuchillo mata cochinos, asesino de asesinos
Y cuando el Don Camerino le empeñó media ciudad
Por risco al viejo Paulino le brincó, yo las cocino
Les cayeron los marinos y les dijo: Con permiso
Yo ando erizo, sáquense del decomiso
Lo sacaron, sí se hizo
Es macizo y es rebelde
No le gusta que le ordenen, unos hacen lo que quieren
Otros hacen lo que pueden o lo que deben
Y como a nadie le debe, siempre hace lo que quiere
Que unos hacen lo que pueden o lo que deben
Por eso en breve y en caliente y sin pensarle
Se le sale lo salvaje, va piloto de su viaje
Su clave en el fuselaje, de madera te hace el traje
Si te manda de viaje, tú serás el equipaje
Pa' la sosa hasta que cuaje o al tambo pa' calcinarte
No quiero volver a verte
Me caes gorde, panochone
No quiero volver a verte
Ni a tus malas intenciones
No quiero volver a verte
Me caes gorde, panochone
No quiero volver a verte
Ni a tus malas intenciones
Sa-Sa-Sácalo
Sa-Sa-Sácalo
Sa-Sa-Sácalo
Sa-Sa-Sácalo
Tira Fora
Tira-Tira-Tira Fora
Por ficar perguntando demais
Um cara mais velho respondeu
Melhor prestar atenção
Esse cara é um cabra da peste
Ele dança por Novo León
Desde pequeno ele se virou, ganhar grana ele gostou
Cachorros briguentos, vagabundos e bandidos
Foram seus parceiros junto com quem aprendeu
Com o tempo ele prometeu
Que ia sobrar o que um dia sonhou
E agora que tem, se diverte
Drogas, armas e mulheres, caminhonetes, motos e Mercedes
E como não deve nada a ninguém, se lasca
Como Mendes não entendem, tão verdes seus tatuagens
Caveiras, caveiras de verdade, mesmo que o velho não quisesse
De morrer a que morram, que se danem
Com mais vidas que um felino e uma estaca pra vampiros
Faca mata porcos, assassino de assassinos
E quando o Don Camerino penhorou metade da cidade
Por risco o velho Paulino pulou, eu cozinho
Os marinhos chegaram e disseram: Com licença
Eu tô na briga, saiam do confisco
Eles tiraram, sim, ele se fez
É firme e é rebelde
Não gosta que mandem nele, uns fazem o que querem
Outros fazem o que podem ou o que devem
E como não deve nada a ninguém, sempre faz o que quer
Que uns fazem o que podem ou o que devem
Por isso em breve e sem pensar
Sai o lado selvagem, vai pilotando sua viagem
Sua chave no fuselagem, de madeira te faz o traje
Se te manda de viagem, você será a bagagem
Pra sossa até que engrosse ou pro tambor pra te queimar
Não quero te ver de novo
Você me irrita, panochone
Não quero te ver de novo
Nem suas más intenções
Não quero te ver de novo
Você me irrita, panochone
Não quero te ver de novo
Nem suas más intenções
Tira-Tira-Tira Fora
Tira-Tira-Tira Fora
Tira-Tira-Tira Fora
Tira-Tira-Tira Fora