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Saudade da Cidade Natal

Casey Dienel

Hometown Hooray

Down by the old stone church
Where the joe-pye weed and the mallows grow
Those petals bigger then my fist
Watch them bob and bow when the wind does blow

There grows a cypress tree
And in its trunk I carved you name
And right beside it I carved mine

They'll give you the hometown hooray
When you come home, baby
Bronze your combat boots
And set your bones in clay
Write down every word you ever had to say
No one wants to believe you died in vain

The first spring that you were gone
The women who lived on the flat roof-tops
Had sherds sewn with quickly germinating seeds of greens

In all of their Sapphic celebrations
They held fires and dances, chanted your name
Tied yellow ribbons round the trunks of trees in town

They'll give you the hometown hooray
When you come home, baby
Bronze your combat boots
And set your bones in clay
Write down every word you ever had to say
With Homeric undertones and half the length

But the skies held a collusion of their own
And on the sunniest day there ever was
You died at the tusk of a bayonet
And Aphrodite found your body
Sprinkled nectar in your wounds
And you blood dripped red anemones
That shimmered just like precious stones

And they floated down the riverbank
To the tributary that now shares your name
And the rapids from then on ran red
They run red to this day

They'll give you the hometown hooray
When you come home, baby
Oh bronze your combat boots
And set your bones in clay
Write down every word you ever had to say
With Homeric undertones and half the length

We used to walk past the blue schoolhouse
We wore our love like it was a crown
And our skin was a map we knew by heart
We never once got lost
We never once got lost
No one wants to believe you died in vain

The Sapphic women who love you so
Still cry every spring when the fennel goes
And the wheat and the barley and the hardy rye
Wither and go to seed

I walk down to the old stone church
where the joe-pye weed and the mallows grow
Those petals droop now heavy with rain
watch them bob and bow when the wind does blow

There, my favorite cypress tree
As tall as the steeples I can see
They've tied a yellow-ribbon 'round its trunk
that covers your name where I carved it twice

I rip that ribbon off the tree
Burn it down by the river that now shares your name
Place the ash where the water ravenously licks the riverbank

We used to walk past the blue schoolhouse
We wore our love like it was a crown
And our skin was a map I knew by heart
We never once got lost
We never once got lost
No one wants to believe you died in vain

Saudade da Cidade Natal

Lá perto da velha igreja de pedra
Onde crescem a erva joe-pye e as malvas
Aquelas pétalas maiores que meu punho
Vejo elas balançarem e se curvarem quando o vento sopra

Ali cresce um cipreste
E na sua casca eu gravei seu nome
E bem ao lado eu gravei o meu

Eles vão te dar a saudade da cidade natal
Quando você voltar pra casa, amor
Bronzeie suas botas de combate
E coloque seus ossos na argila
Escreva cada palavra que você teve que dizer
Ninguém quer acreditar que você morreu em vão

Na primeira primavera que você se foi
As mulheres que moravam nos telhados planos
Tiveram cacos costurados com sementes que germinam rápido

Em todas as suas celebrações sáficas
Fizeram fogueiras e danças, gritaram seu nome
Amarraram fitas amarelas em volta dos troncos das árvores da cidade

Eles vão te dar a saudade da cidade natal
Quando você voltar pra casa, amor
Oh, bronzeie suas botas de combate
E coloque seus ossos na argila
Escreva cada palavra que você teve que dizer
Com tons homéricos e metade do comprimento

Mas os céus tinham uma conspiração própria
E no dia mais ensolarado que já houve
Você morreu na ponta de uma baioneta
E Afrodite encontrou seu corpo
Polvilhou néctar em suas feridas
E seu sangue escorreu anêmonas vermelhas
Que brilhavam como pedras preciosas

E elas flutuaram pela margem do rio
Para o afluente que agora leva seu nome
E as corredeiras de então correram vermelhas
Elas correm vermelhas até hoje

Eles vão te dar a saudade da cidade natal
Quando você voltar pra casa, amor
Oh, bronzeie suas botas de combate
E coloque seus ossos na argila
Escreva cada palavra que você teve que dizer
Com tons homéricos e metade do comprimento

Nós costumávamos passar pela escola azul
Usávamos nosso amor como se fosse uma coroa
E nossa pele era um mapa que conhecíamos de cor
Nunca nos perdemos uma vez
Nunca nos perdemos uma vez
Ninguém quer acreditar que você morreu em vão

As mulheres sáficas que te amam tanto
Ainda choram toda primavera quando o funcho vai
E o trigo, a cevada e o centeio resistente
Murcham e vão a semente

Eu caminho até a velha igreja de pedra
Onde crescem a erva joe-pye e as malvas
Aquelas pétalas agora pesadas de chuva
Vejo elas balançarem e se curvarem quando o vento sopra

Lá, meu cipreste favorito
Tão alto quanto os campanários que consigo ver
Amarraram uma fita amarela em volta do seu tronco
Que cobre seu nome onde eu o gravei duas vezes

Eu arranco essa fita da árvore
Queimo-a perto do rio que agora leva seu nome
Coloco as cinzas onde a água lambe a margem do rio com avareza

Nós costumávamos passar pela escola azul
Usávamos nosso amor como se fosse uma coroa
E nossa pele era um mapa que eu conhecia de cor
Nunca nos perdemos uma vez
Nunca nos perdemos uma vez
Ninguém quer acreditar que você morreu em vão

Composição: