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Supergoria Fangaláctica

Cathedral

Fangalactic Supergoria

With fangs of lust we hail the night
From tombs arise in mortal fright
Feeding from skies of morphia
Fangalactic Supergoria

Slaves of virtue rotting in the sun
Souls for mutilation is sacrificial mass
Pleading for heavens on their bleeding knees
We dream of nothing but this black euphoria

As through skies icy veins we glide
Blades of lightning cleave your mind
Exploding stars, trembling earth
Fangalactic Supergoria

Sin - doctrination in the church of flies
Mental extinction kingdom of demise
Monarchy of corpses state of suicide
Grants you nothing but this black euphoria!

Energy forces from the grave
Soul invaders of mystique
As cadaver we roam the planes
Abandoning chains of flesh

Uncoil the serpent
In duality you are one
Between life and death
Find the threshold you are born

Fall to black master
Awake yourself from life
Back through centuries you die
Ahead of time

Slaves of virtue rotting in the sun
Souls for mutilation in sacrificial mass
Monarchy of corpses, state of suicide
Grant you nothing but this black euphoria

Energy forces from the grave
Soul invaders of mystique
As cadavers we roam the planes
Abandoning chains of flesh...

Supergoria Fangaláctica

Com presas de desejo, saudamos a noite
Dos túmulos surgem em mortal terror
Alimentando-se de céus de morfina
Supergoria Fangaláctica

Escravos da virtude apodrecendo ao sol
Almas para mutilação, é a massa sacrificial
Implorando por céus de joelhos sangrando
Sonhamos com nada além dessa euforia negra

Enquanto pelos céus veias gélidas deslizamos
Lâminas de relâmpago cortam sua mente
Estrelas explodindo, terra tremendo
Supergoria Fangaláctica

Pecado - doutrinação na igreja das moscas
Extinção mental, reino da ruína
Monarquia de cadáveres, estado de suicídio
Te concede nada além dessa euforia negra!

Forças energéticas do túmulo
Invasores de almas do misticismo
Como cadáveres, vagamos pelos planos
Abandonando correntes de carne

Desenrole a serpente
Na dualidade, você é um
Entre a vida e a morte
Encontre o limiar onde você nasceu

Cai ao mestre negro
Desperte-se da vida
De volta através dos séculos, você morre
À frente do tempo

Escravos da virtude apodrecendo ao sol
Almas para mutilação na massa sacrificial
Monarquia de cadáveres, estado de suicídio
Te concede nada além dessa euforia negra

Forças energéticas do túmulo
Invasores de almas do misticismo
Como cadáveres, vagamos pelos planos
Abandonando correntes de carne...

Composição: Garry Jennings / Lee Dorrian