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Nascido do Caldeirão

Cauldron Born

Born Of The Cauldron

Long before man had begun to evolve
There was a warlock, half god, half daemon
Through reckless invultuations he stumbled upon
Things that ought not to be given manifestation

Innocent blood it must be spilled
The runes written in the plasma
A heart filled with courage torn out beating still, and placed in the Cauldron
To bring forth the Hell Storm

Out of the Cauldron arose from the mist
Chaos lain dormant for ages
Hands gripped the steel that smote down the gods as predicted by prophets and sages
A shadow of darkness that dwarfed any host of Hel or Hell envisioned by man
Born of the Cauldron

Malefic language breaking hermetic law
Into the wrong hands the grimoire will fall
The sonorous rhythm from the barbarous tongue sang,
From a devil gorged nightmare
the Cauldron Born came

Innocent blood it must be spilled
The runes written in the plasma
A heart filled with courage torn out beating still and placed in the Cauldron
Hell-Dark sorceries race out on the wind

Very little is known of the necromancers life
But it was whispered of how old Malygris died

Nascido do Caldeirão

Muito antes do homem começar a evoluir
Havia um bruxo, meio deus, meio demônio
Através de invocações imprudentes, ele tropeçou em
Coisas que não deveriam ganhar manifestação

Sangue inocente deve ser derramado
As runas escritas no plasma
Um coração cheio de coragem arrancado, ainda pulsando, e colocado no Caldeirão
Para trazer à tona a Tempestade do Inferno

Do Caldeirão surgiu da névoa
O caos adormecido por eras
Mãos seguraram o aço que derrubou os deuses, como previsto por profetas e sábios
Uma sombra de escuridão que ofuscava qualquer exército de Hel ou Inferno imaginado pelo homem
Nascido do Caldeirão

Linguagem maléfica quebrando a lei hermética
Cairá em mãos erradas o grimório
O ritmo sonoro da língua bárbara cantou,
De um pesadelo devorador de demônios
O Nascido do Caldeirão veio

Sangue inocente deve ser derramado
As runas escritas no plasma
Um coração cheio de coragem arrancado, ainda pulsando, e colocado no Caldeirão
Feitiçarias sombrias do Inferno correm ao vento

Muito pouco se sabe sobre a vida do necromante
Mas sussurravam sobre como o velho Malygris morreu

Composição: