Kanim Kaynadi
Nereden çýktýn karþýma bilmem
Tutuldum gözlerine
Kapýldým gittim sanki, seyrine doyamadým
Kendimi alamadým, gözlerimi alamadým
Dönüpte gidemedim, koþupta öpemedim
`Seninim` diyemedim
Ne olur birþey sorma, çünkü söyleyemem
Kaným kaynadý sana
Zamanlar geçse, yaðmurlar dinse
Gözyaþlarým dinmez
Utanýr söyleyemem, sevmekten korktuðumu
Son bakýþtaki hüzünden yorulduðumu
`Sev` diyemedim `sevme` diyemedim
Dönüp de gidemedim
Ne olur birþey sorma, çünkü söyleyemem
Kaným kaynadý sana
Meu Sangue Ferveu
De onde você surgiu, não sei
Fiquei preso nos seus olhos
Me deixei levar, parecia que não ia acabar
Não consegui me controlar, não consegui desviar o olhar
Não consegui voltar, não consegui te beijar correndo
Não consegui dizer `te amo`
Por favor, não pergunte nada, porque não consigo falar
Meu sangue ferveu por você
Mesmo que o tempo passe, mesmo que a chuva pare
Minhas lágrimas não secam
Fico envergonhado de dizer que tenho medo de amar
Cansado da tristeza do último olhar
Não consegui dizer `ama` e não consegui dizer `não ame`
Não consegui voltar e ir embora
Por favor, não pergunte nada, porque não consigo falar
Meu sangue ferveu por você