Adalina
Y bailar de tu mano al son de aquella luz
Mi destino está donde estés tú
Cuando una hoja se ve caer
Ella comienza a danzar
Se acicala para abrazar la nueva estación
Viste su cuerpo con gotas de
Lluvia que quiere morir
Su cabello seda en jirones
Y a las flores susurra un cuento para dormir
Hace tiempo soñé
Con tomar las crines de la libertad
Poder sentir la piel de aquel a quien llamo hogar
Y bailar de tu mano al son de aquella luz
Que ilumina el cielo azabache
Y poder albergar cada efímero matiz
Al saber que mi cielo eres tú
Y bailar de tu mano al son de aquella luz
Que dibuja tu rostro en la noche
Y volver realidad todo sueño junto a ti
Mi destino está donde estés tú
En su mirada tú puedes ver
Que hay un anhelo de amor
Si en el bosque en calma sombrío
Sientes frío, será que llora por una flor
Hace tiempo soñé
Con la vida más allá de este lugar
Y sucumbí a la ilusión de poder volar
Y bailar de tu mano al son de aquella luz
Hace tiempo soñé
Con tomar las crines de la libertad
Poder sentir la piel de aquel al que llamo hogar
Y bailar de tu mano al son de aquella luz
Adalina
E dançar de sua mão ao som daquela luz
Meu destino está onde você está
Quando uma folha é vista cair
Ela começa a dançar
Se enfeita para abraçar a nova estação
Veste seu corpo com gotas de
Chuva que quer morrer
Seu cabelo seda em farrapos
E para as flores sussurra um conto para dormir
Há muito tempo sonhei
Em pegar as rédeas da liberdade
Poder sentir a pele daquele que chamo de lar
E dançar de sua mão ao som daquela luz
Que ilumina o céu negro
E poder abrigar cada efêmero matiz
Ao saber que meu céu é você
E dançar de sua mão ao som daquela luz
Que desenha seu rosto na noite
E tornar realidade todo sonho junto a você
Meu destino está onde você está
Em seu olhar você pode ver
Que há um anseio de amor
Se na floresta em calma sombria
Sente frio, será que chora por uma flor
Há muito tempo sonhei
Com a vida além deste lugar
E sucumbi à ilusão de poder voar
E dançar de sua mão ao som daquela luz
Há muito tempo sonhei
Em pegar as rédeas da liberdade
Poder sentir a pele daquele a quem chamo de lar
E dançar de sua mão ao som daquela luz