Macabre Locus Celesta
With gray names written in my view
of black prosperity, in this melodic morass
all the essence of desolation cries for me
silently in this locus mopish
I'm kissed by the splendor of solitude, of silence
and the dark sky of night
is refelcting in the water of my sea
whispering wrath
The black and insane wave of agony
enjoy the fall of light
for the horizon where the sun dies
and I hear the mute screams of pain from silence
When in the journey the flesh
tries to follow the shadow
the whip hand of nowhere
punishes all the ways of light
and freezes the altar of life
Walking-to the open road that I proclaim
Searching-for the ritualistic names written in my view
from the breath of the open universe
I consuem all the macabre essence
of idealistic faith.
I am a star who wanna born in the forest of dark
and my name scapes of light to be gray
while I am resting in the arms of desolation
slowly I find my own tears but frozen
And my flesh change to be a stone
now the whip hand with cadence
punishes and freezes my altar of life
So I exist not in light
So I don't exist yes in dark
Locus Macabro Celestial
Com nomes cinzentos escritos à minha vista
na prosperidade negra, neste pântano melódico
toda a essência da desolação clama por mim
silenciosamente neste locus sombrio
Sou beijado pelo esplendor da solidão, do silêncio
e o céu escuro da noite
reflete na água do meu mar
sussurrando ira
A onda negra e insana da agonia
desfruta a queda da luz
pelo horizonte onde o sol morre
e eu ouço os gritos mudos da dor do silêncio
Quando na jornada a carne
tenta seguir a sombra
a mão do chicote do nada
punha todas as vias da luz
e congela o altar da vida
Caminhando para a estrada aberta que eu proclamo
Buscando os nomes ritualísticos escritos à minha vista
do sopro do universo aberto
consumo toda a essência macabra
da fé idealista.
Sou uma estrela que quer nascer na floresta da escuridão
e meu nome escapa da luz para ser cinza
enquanto descanso nos braços da desolação
gradualmente encontro minhas próprias lágrimas, mas congeladas
E minha carne se transforma em pedra
agora a mão do chicote com cadência
punha e congela meu altar da vida
Então eu não existo na luz
Então eu não existo, sim, na escuridão