Architect of Abomination
I have risen like a locust storm
The abolish the benevolent disease
To reap upon the earth
A ceaseless demoralizing hellfire
Raping the lands of light
Your towers of glass and steel
Bathed in the light of the sun
Shall bear witness to abomination
As rivers flow with crimson tide
And misshapen beasts fill your streets
So cower far and wide
No place to run, no place to hide
The time of eve draws ever near
No room for cover, you shudder in fear
The dreams of man shall rot and burn
Free of the cloak of imagined morality
They shackle upon your very will
The feral beast inside us all does return
To absolve their millennia of disease
I am the architect of abomination
the captor of souls
I am the architect of anathema
Destroyer of decency
An enlightening of the mind presented
Upon the altar of madness and depravity
the sole reason for mans existence
Is as a creature of my will and amusement
There shall be no fathers
No one for you to run to
In my hand I hold fate and destiny
And i release thee upon my creation
So cower far and wide
No place to run, no place to hide
The time of eve draws ever near
No room for cover, you shudder in fear
I have overtaken like a locust storm
Abolished the benevolent disease
Reaped my will upon the earth
Swept the lands with hellfire
Raping the world of its light
Arquiteto da Abominação
Eu ressurgi como uma tempestade de gafanhotos
Para acabar com a doença benevolente
Para ceifar sobre a terra
Um fogo do inferno incessante e desmoralizante
Estuprando as terras de luz
Suas torres de vidro e aço
Banhadas pela luz do sol
Testemunharão a abominação
Enquanto rios fluem com maré carmesim
E bestas deformadas enchem suas ruas
Então se encolha longe e amplamente
Sem lugar para correr, sem lugar para se esconder
A hora da noite se aproxima cada vez mais
Sem espaço para abrigo, você estremece de medo
Os sonhos do homem apodrecerão e queimarão
Livres do manto da moralidade imaginada
Eles acorrentam sua própria vontade
A besta feroz dentro de todos nós retorna
Para absolver seus milênios de doença
Eu sou o arquiteto da abominação
O captor de almas
Eu sou o arquiteto do anátema
Destruidor da decência
Uma iluminação da mente apresentada
Sobre o altar da loucura e depravação
A única razão para a existência do homem
É ser uma criatura da minha vontade e diversão
Não haverá pais
Ninguém para quem você possa correr
Em minha mão eu seguro o destino e a sorte
E eu os libero sobre minha criação
Então se encolha longe e amplamente
Sem lugar para correr, sem lugar para se esconder
A hora da noite se aproxima cada vez mais
Sem espaço para abrigo, você estremece de medo
Eu tomei conta como uma tempestade de gafanhotos
Acabei com a doença benevolente
Ceifando minha vontade sobre a terra
Varri as terras com fogo do inferno
Estuprando o mundo de sua luz