Embryonic Gastronomy
I eat dead infants
Disintered from the womb
Of the dead pregnant
Stretching, the womb widely abroad
Displaying her insides
I examine the abdomen in
Search of a meal to eat.
Tepid Celioparacenthetic sludge
Emulsifies my throat
Grappled from chains, I rip
From groin to gullet
Divesting multed flesh, while
Stripping the innards
From this dripping infant
I rip off the head
Strip it of flesh
Disarticulate the limbs
Then dismember this mess
With nails only I finger it's torso
Disemboweling this pile of slop
I begin to gorge on viscera
Vein and melena
Bleeding profusely,
This feast doesn't stop.
Pulverizing this stillborn's
Home for nine months
My throat fills as I begin to retch
Disgorging pulp of
These fetal remnants
I lie soaking in a pool of stench.
Gastronomia Embrionária
Eu como bebês mortos
Desenterrados do útero
Da morta grávida
Esticando, o útero amplamente exposto
Exibindo suas entranhas
Eu examino o abdômen em
Busca de uma refeição para comer.
Lama morna de celioparacentese
Emulsifica minha garganta
Agarrado por correntes, eu arranco
Do virilha até a garganta
Despojando carne emaranhada, enquanto
Despejo as vísceras
Deste bebê escorrendo
Eu arranco a cabeça
Despojo-a da carne
Desarticulo os membros
Então desmembro essa bagunça
Com unhas apenas eu toco seu torso
Desembaraçando essa pilha de sujeira
Começo a me empanturrar de vísceras
Veia e melena
Sangrando profusamente,
Esse banquete não para.
Pulverizando o lar deste natimorto
Por nove meses
Minha garganta se enche enquanto começo a vomitar
Despejando a polpa de
Esses restos fetais
Eu fico deitado encharcado em uma poça de fedor.