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SÉPTIMO SENTIDO

céro (Pop)

SÉPTIMO SENTIDO

Yeah, yeah

Cuando hago, porque hago
Cuando digo, porque digo
Contigo no doy al clavo
Contigo me contradigo
Ya no sé ni lo que hago
Tengo un séptimo sentido
Que detecta tus enfados, como si fuesen mío

Sé que no es sano, punto en que estamos
Pero, ¿qué hago si eres el motivo de lo bueno y de lo malo?
De matarnos y de meternos a huir
La vida es un regalo, ¡y qué palo que lo tóxico me haga sentir vivo!

Cuando hago, porque hago
Cuando digo, porque digo
Contigo no doy al clavo
Contigo me contradigo
Ya no sé ni lo que hago
Tengo un séptimo sentido
Que detecta tus enfados, como si fuesen mío

Qué mal nos va y qué mal bajío
Ojalá equivocarme, pero te conozco como si tuvieras pari'o
Si te enfadas, pregunto: ¿Qué es lo que te pasa?
Respondes que nada que yo sabré
Luego insisto ocho veces y el fallo fue mío
Porque me faltó una novena vez, baby

Joder, si veras yo nueve me pierdo diez
Baby, ya sé que yo no soy ejemplo, pero si prometo lo cumplo
Y prometí estar junto, yeah
Y aunque quiera puedo dejarme

Bebe, sé que no es sano, punto en que estamos
Pero, ¿qué hago si eres el motivo de lo bueno y de lo malo?
De matarnos y de meternos a huir
La vida es un regalo, ¡y qué palo que lo tóxico me haga sentir vivo!

Cuando hago, porque hago
Cuando digo, porque digo
Contigo no doy al clavo
Contigo me contradigo
Ya no sé ni lo que hago
Tengo un séptimo sentido
Que detecta tus enfados, como si fuesen mío

El niño, ah

Cuando hago, porque hago
Cuando digo, porque digo
Contigo no doy al clavo
Contigo me contradigo
Ya no sé ni lo que hago
Tengo un séptimo sentido
Que detecta tus enfados, como si fuesen mío

(El niño, El Grauu)
(Cuando hago, porque hago, cuando digo, porque digo)
(Contigo no doy al clavo, contigo me contradigo)

SÉPTIMO SENTIDO

É, é

Quando faço, porque faço
Quando digo, porque digo
Com você não acerto a mão
Com você eu me contradigo
Já não sei nem o que faço
Tenho um sétimo sentido
Que detecta suas brigas, como se fossem minhas

Sei que não é saudável, ponto em que estamos
Mas, o que eu faço se você é o motivo do bom e do ruim?
De nos matarmos e de sairmos correndo
A vida é um presente, e que saco que o tóxico me faz sentir vivo!

Quando faço, porque faço
Quando digo, porque digo
Com você não acerto a mão
Com você eu me contradigo
Já não sei nem o que faço
Tenho um sétimo sentido
Que detecta suas brigas, como se fossem minhas

Que mal estamos e que mal tá
Tomara que eu esteja errado, mas te conheço como se tivesse parido
Se você briga, pergunto: O que tá pegando?
Você responde que nada que eu saberia
Depois insisto oito vezes e o erro foi meu
Porque me faltou uma nona vez, baby

Caraca, se você ver, eu nove me perco dez
Baby, já sei que não sou exemplo, mas se prometo, eu cumpro
E prometi estar junto, é
E mesmo querendo, posso me deixar levar

Bebe, sei que não é saudável, ponto em que estamos
Mas, o que eu faço se você é o motivo do bom e do ruim?
De nos matarmos e de sairmos correndo
A vida é um presente, e que saco que o tóxico me faz sentir vivo!

Quando faço, porque faço
Quando digo, porque digo
Com você não acerto a mão
Com você eu me contradigo
Já não sei nem o que faço
Tenho um sétimo sentido
Que detecta suas brigas, como se fossem minhas

O menino, ah

Quando faço, porque faço
Quando digo, porque digo
Com você não acerto a mão
Com você eu me contradigo
Já não sei nem o que faço
Tenho um sétimo sentido
Que detecta suas brigas, como se fossem minhas

(O menino, O Grauu)
(Quando faço, porque faço, quando digo, porque digo)
(Com você não acerto a mão, com você eu me contradigo)

Composição: César Rodríguez Bustos