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Llamada Perdida Feat Dios

Cesar MC

Ligação Perdida Feat Deus

Me diz quantas vozes que te distraem?
Nessa multidão de vozes somos quem?
Hoje faço questão que todos O chamem
Somente a sós, quando elas se calam
Eu escuto a voz que me guia
Somente a sós, quando elas se calam
Eu escuto a voz que me guia
Sua concentração faz com que um sussurro grite
Sua concentração faz com que um sussurro grite

Deus, hoje eu vou direto ao ponto, se tu me permite
Eu tô ligando pra alguém que eu nem sei se existe
Aqui embaixo tá um caos, você não assiste?
Se tiver algo a dizer, vai, vai, grite!
Onde cê tava em meio a dor e tanta coisa triste?
Não é possível que isso tudo seja o seu script
Será que tá ocupado? Mas se é real, por que se omite?
Ingenuidade minha ainda te chamar pro feat
Talvez a fé seja uma fuga, já dizia o Nietzsche
Já que não liga, a partir de agora estamos quites
Não sei se tá linha, o fim da linha é o meu limite
Então, se tem algo a dizer, vai, vai, grite!

Eu tenho um milhão de argumentos só pra você
Então me diz porque você não desce pra debater?
Mas toda vez que eu tento ganhar a batalha com Deus
As questões que ficam eu também não sei responder (cadê você?)
Então, me desculpa Deus, eu não consigo mais crer
Mas se ainda tiver na linha
Tipo Tomé, hoje o que eu peço é tocar Você

Cético demais pra te chamar de amor num mundo tão caótico
E mais cético ainda pra ver tanto amor
E crer que tudo é meramente lógico
Às vezes me sinto crente, às vezes ateu, às vezes agnóstico
Mas nesse momento eu não faço ideia do meu diagnóstico
Eu já nem sei se sou hater de Deus ou dessa caricatura
Que a religião enfatiza, projeta e divulga
Que é tão diferente de Cristo, inclusive o pôs numa cruz
Será que a imagem do Deus invisível
Pode ser de fato Yeshua?
Mas se não vejo nada, será que crer nisso seria loucura?
Será que o invisível pode ser real, tipo, a matéria escura?
Será que esse Deus invisível é o mesmo pregado na religião obscura?
Aquela matou, escravizou e demonizou
Outro tipo de matéria escura
E também clareou a matéria da pele de Cristo
Pra vender na sua estrutura
E pior que até hoje pra isso tem crente dizendo: Aleluia
Como eu não vou pensar que tudo isso é loucura?
Como eu não vou pensar?
Alguém me ajuda (alguém me ajuda, alguém me ajuda)
Como eu não vou pensar?

Mas sinceramente eu também tô cansado
De calcular o sentido da vida
Enquanto ela passa

Cansei de cálculos, cálculos, cálculos, cálculos
Investigando o universo com a lupa
Até o que julguei ser sabedoria, vi que também é loucura
Confesso eu nem sei se tô achando a resposta
Ou me perdendo na busca, isso me frustra
A cada pista um milhão de perguntas
De onde viemos?
Por que nascemos?
Pra onde vamos?
Perguntas que sempre perseguem
Independente de qual a resposta que achamos
Será que de fato sabemos tudo aquilo que sempre afirmamos
Ou será que até o que dizemos ser loucura
É só a lacuna que nos maquiamos
Pra fingir que a normalidade também não é uma
E que nos só nós acostumamos
Será que nós inventamos Deus pra acreditar em algo eterno?
Como o fato do infinito não caber na conta
Nos contentamos com a invenção do zero

Eu não sei de nada não, mas pra ser sincero
Às vezes eu olho no fundo dos olhos de alguém que amo
E acho que eu vejo mais
Será que seria obscuro da minha parte dizer
Eu acho que eu vejo mais que a mera mistura
De fótons, nêutrons e prótons
Ou fragmentos tão aleatórios, que aleatoriamente se uniram no vácuo
Após o choque do nada com o acaso, ocasionado ali por acaso
Que faz o pensar que todas as nossas lembranças e laços, afetos e abraços
São só devaneios como poeiras perdidas no espaço
Frutos de um acidente sem a menor intenção
Fruto da desatenção do cosmos
Que sequer tinham uma cosmovisão
Frutos de uma colisão no vácuo
Que resultou nesse mundo tão detalhado
Que abre aspas profundo demais pra ser raso
E é nessa parte que meu ceticismo e a fé se igualam
É preciso fé pra crer em Deus
E também muita fé pra crer no nada
E por mais cético que eu esteja
Por mais que eu não tenha a resposta de nada
Não há quem retire essas aspas
Seria loucura crer no místico?
Será que somos um detalhe quântico?
Será que só as cifras da canção
Vão decifrar tudo o que há no cântico?

Até lembrei de outra frase do Nietzsche
Que diz que os que forem vistos na dança
Seriam taxados como loucos
Por aqueles que não escutaram a canção
Eu me lembro que um tempo atrás
Eu podia jurar que escutei um som
Profundo, como um piano
Confesso que até me peguei na dança
Confesso que até deu sentido a vida
Confesso que até muito além da cifra
Ouvir o som me explicava tanto
Que ainda que eu não visse o pianista
Eu já não podia mais negar, o seu amor me tocando
Mas que o Sol, la, si essa fé faz
Me livrar de toda solidão, sei que eu não tô só
Não pelo o que eu vi como a luz do Sol
É porque atravessa tudo ao redor
Assim como a ciência comprova
Que um buraco negro nasce, quando uma estrela morre
Mudando todas as nossas pesquisas e perspectivas
Serem redefinidas pelos pontos furados no universo
Que atravessaram o espaço-tempo trazendo o infinito ao agora
Chamo esse fenômeno de supernova
Eu conheço uma estrela que morreu na terra
O verbo que se fez carne
Mãos furadas do universo
Que também sangraram
Redefinindo a perspectivas do tempo a eternidade
E o nome do fenômeno, é evangelho, boas novas
E eu nem sei bem onde eu me perdi
Customizei algemas, tentando ser livre
De vez em quando tenho a impressão
Que o som ainda tá tocando
E essa superfície superficial, é que tá sufocando
Eu prefiro mergulhar do que me afogar
Nos copos de água que eu colecionei
Pra fazer caber a compreensão do oceano
Eu já cansei das minhas teorias
Tentando explicar o parto do mundo
Por mais que eu calcule, a conta não fecha
Será que não fecha por não ter resposta
Ou será que a resposta não cabe na conta?
Será que assim quando como forçamos a porta
E ela não fecha, mas abre uma fresta
Será que tem algo que ignoramos?
Enquanto tentamos fechar essa conta
Perdendo de vista a fresta que aponta uma realidade tão maior que essa?
Será que a resposta está batendo na porta
Enquanto nossas perguntas empurram
Dizendo que ela não fecha?
Exigimos respostas tão exatas nessa vida tão complexa
Mas quando a lágrima escorre
Despedaçam até as verdades que nós julgamos concretas
Redefinir a liberdade é mais fácil
Que arcar com o preço dela
Mas eu já cansei de criar conceitos
Que eu nem faço ideia de onde me levam
A religião levou minha fé pro coma
Mas tive a impressão de ver um homem
Andando por cima das ondas do cardiograma
Sem muita explicação

Ele só disse vem!
Ele só disse vem!
Ele só disse vem!
Ele só disse vem!

E eu não me atrevo a dizer nada além
Decifrar a alma pelo aquecimento de quarks ou gluôns
Ou fragmentos de um boom!
Que nós chamamos de Big Bang
Ou se estamos só renomeando um: Haja luz
Onde todos, todos, todos os átomos disseram: Amém
Os átomos dizem: Amém

E sabe o que isso prova? Nada!
Nada disso prova absolutamente nada
Ai de mim tentar explicar Deus
Tentar provar, eu sou posso provar Dele
Ai de mim tentar explicá-lo de um jeito que ele não explicou
Tentar explicar um convite, o próprio disse
Vinde a mim, os que tem sede
Tudo o que eu posso dizer é que um dia eu provei
Provar dele e não me atrevo a tentar explicar
Com algo que ele também não se explicou
Não há nada mais insaciável
Que viver provando tudo
Sem sentir o sabor de nada

Eu não posso explicar Deus melhor que Cristo
E eu não tenho uma resposta mais acadêmica do que a cruz
Não tem um jeito mais intelectual ou melhor de dizer
E nem fui convencido por um jeito melhor de entender
Só se for real é possível crer
E eu não posso explicar um vem
Eu só posso ir
E eu não posso explicar um convite
Mas posso fazê-lo
Vem e vede, que o Senhor é bom!

Llamada Perdida Feat Dios

¿Cuántas voces te distraen?
En esta multitud de voces, ¿quiénes somos?
Hoy insisto en que todos lo llamen
Solo a solas, cuando ellas se callan
Escucho la voz que me guía
Solo a solas, cuando ellas se callan
Escucho la voz que me guía
Tu concentración hace que un susurro grite
Tu concentración hace que un susurro grite

Dios, hoy voy directo al grano, si me lo permites
Estoy llamando a alguien que ni sé si existe
Aquí abajo hay un caos, ¿no lo ves?
Si tienes algo que decir, ¡vamos, grita!
¿Dónde estabas en medio del dolor y tantas cosas tristes?
No es posible que todo esto sea tu guion
¿Estás ocupado? Pero si es real, ¿por qué te omites?
Ingenuidad mía seguirte llamando para un feat
Quizás la fe sea una fuga, ya lo decía Nietzsche
Ya que no llamas, a partir de ahora estamos en paz
No sé si hay línea, el fin de la línea es mi límite
Entonces, si tienes algo que decir, ¡vamos, grita!

Tengo un millón de argumentos solo para ti
Entonces dime, ¿por qué no bajas a debatir?
Pero cada vez que intento ganar la batalla con Dios
Las preguntas que quedan tampoco sé responder (¿dónde estás?)
Entonces, perdóname Dios, ya no puedo creer
Pero si aún estás en la línea
Como Tomás, hoy lo que pido es tocarte

Demasiado cético para llamarte amor en un mundo tan caótico
Y más cético aún para ver tanto amor
Y creer que todo es meramente lógico
A veces me siento creyente, a veces ateo, a veces agnóstico
Pero en este momento no tengo idea de mi diagnóstico
Ya ni sé si soy hater de Dios o de esta caricatura
Que la religión enfatiza, proyecta y divulga
Que es tan diferente de Cristo, incluso lo puso en una cruz
¿Será que la imagen del Dios invisible
Puede ser de hecho Yeshua?
Pero si no veo nada, ¿sería locura creer en eso?
¿Será que lo invisible puede ser real, como la materia oscura?
¿Será que este Dios invisible es el mismo que predica la religión oscura?
Esa que mató, esclavizó y demonizó
Otro tipo de materia oscura
Y también aclaró la materia de la piel de Cristo
Para vender en su estructura
Y peor, hasta hoy hay creyentes diciendo: ¡Aleluya!
¿Cómo no voy a pensar que todo esto es locura?
¿Cómo no voy a pensar?
Alguien ayúdame (alguien ayúdame, alguien ayúdame)
¿Cómo no voy a pensar?

Pero sinceramente, también estoy cansado
De calcular el sentido de la vida
Mientras pasa

Me cansé de cálculos, cálculos, cálculos, cálculos
Investigando el universo con la lupa
Hasta lo que creí ser sabiduría, vi que también es locura
Confieso que ni sé si estoy encontrando la respuesta
O perdiéndome en la búsqueda, eso me frustra
A cada pista un millón de preguntas
¿De dónde venimos?
¿Por qué nacemos?
¿A dónde vamos?
Preguntas que siempre persiguen
Independientemente de cuál sea la respuesta que encontramos
¿Será que de verdad sabemos todo lo que siempre afirmamos
O será que hasta lo que decimos ser locura
Es solo la laguna que nos maquillamos
Para fingir que la normalidad también no es una
Y que solo nosotros nos acostumbramos?
¿Será que inventamos a Dios para creer en algo eterno?
Como el hecho de que el infinito no cabe en la cuenta
Nos conformamos con la invención del cero

No sé nada, pero para ser sincero
A veces miro en el fondo de los ojos de alguien que amo
Y creo que veo más
¿Sería oscuro de mi parte decir
Que creo que veo más que la mera mezcla
De fotones, neutrones y protones
O fragmentos tan aleatorios, que aleatoriamente se unieron en el vacío
Tras el choque de la nada con el azar, ocasionado allí por casualidad
Que hace pensar que todos nuestros recuerdos y lazos, afectos y abrazos
Son solo sueños como polvos perdidos en el espacio
Frutos de un accidente sin la menor intención
Fruto de la desatención del cosmos
Que ni siquiera tenía una cosmovisión
Frutos de una colisión en el vacío
Que resultó en este mundo tan detallado
Que abre comillas, profundo demasiado para ser superficial
Y es en esta parte donde mi escepticismo y la fe se igualan
Se necesita fe para creer en Dios
Y también mucha fe para creer en la nada
Y por más cético que esté
Por más que no tenga la respuesta de nada
No hay quien quite estas comillas
¿Sería locura creer en lo místico?
¿Seremos un detalle cuántico?
¿Serán solo las cifras de la canción
Las que descifren todo lo que hay en el cántico?

Hasta recordé otra frase de Nietzsche
Que dice que los que sean vistos en la danza
Serían tachados como locos
Por aquellos que no escucharon la canción
Recuerdo que hace un tiempo
Podía jurar que escuché un sonido
Profundo, como un piano
Confieso que hasta me dejé llevar en la danza
Confieso que hasta le dio sentido a la vida
Confieso que hasta mucho más allá de la cifra
Escuchar el sonido me explicaba tanto
Que aunque no viera al pianista
Ya no podía negar, su amor me tocaba
Pero que el Sol, sí, si esta fe hace
Liberarme de toda soledad, sé que no estoy solo
No por lo que vi como la luz del Sol
Es porque atraviesa todo a su alrededor
Así como la ciencia comprueba
Que un agujero negro nace, cuando una estrella muere
Cambiando todas nuestras investigaciones y perspectivas
Para ser redefinidas por los puntos agujereados en el universo
Que atravesaron el espacio-tiempo trayendo el infinito al ahora
Llamo a este fenómeno supernova
Conozco una estrella que murió en la tierra
El verbo que se hizo carne
Manos agujereadas del universo
Que también sangraron
Redefiniendo la perspectiva del tiempo a la eternidad
Y el nombre del fenómeno es evangelio, buenas nuevas
Y ni siquiera sé bien dónde me perdí
Personalicé grilletes, tratando de ser libre
De vez en cuando tengo la impresión
De que el sonido aún está sonando
Y esta superficie superficial es la que está sofocando
Prefiero sumergirme que ahogarme
En los vasos de agua que he coleccionado
Para hacer caber la comprensión del océano
Ya estoy cansado de mis teorías
Tratando de explicar el parto del mundo
Por más que calcule, la cuenta no cierra
¿Será que no cierra por no tener respuesta
O será que la respuesta no cabe en la cuenta?
¿Será que así como forzamos la puerta
Y no cierra, pero abre una rendija
¿Hay algo que ignoramos?
Mientras intentamos cerrar esta cuenta
Perdiendo de vista la rendija que apunta a una realidad tan mayor que esta?
¿Será que la respuesta está llamando a la puerta
Mientras nuestras preguntas empujan
Diciendo que no cierra?
Exigimos respuestas tan exactas en esta vida tan compleja
Pero cuando la lágrima corre
Despedazan hasta las verdades que consideramos concretas
Redefinir la libertad es más fácil
Que asumir el precio de ella
Pero ya estoy cansado de crear conceptos
Que ni idea tengo de dónde me llevan
La religión llevó mi fe al coma
Pero tuve la impresión de ver a un hombre
Caminando sobre las olas del cardiograma
Sin mucha explicación

Solo dijo: ¡ven!
Solo dijo: ¡ven!
Solo dijo: ¡ven!
Solo dijo: ¡ven!

Y no me atrevo a decir nada más
Descifrar el alma por el calentamiento de quarks o gluones
O fragmentos de un boom!
Que llamamos Big Bang
O si solo estamos renombrando un: Hágase la luz
Donde todos, todos, todos los átomos dijeron: Amén
Los átomos dicen: Amén

¿Y sabes qué prueba eso? ¡Nada!
Nada de esto prueba absolutamente nada
Ay de mí intentar explicar a Dios
Intentar probar, puedo probar de Él
Ay de mí intentar explicarlo de una manera que Él no explicó
Intentar explicar una invitación, Él mismo dijo
Venid a mí, los que tienen sed
Todo lo que puedo decir es que un día probé
Probar de Él y no me atrevo a intentar explicar
Con algo que Él tampoco se explicó
No hay nada más insaciable
Que vivir probando todo
Sin sentir el sabor de nada

No puedo explicar a Dios mejor que Cristo
Y no tengo una respuesta más académica que la cruz
No hay una forma más intelectual o mejor de decir
Y ni fui convencido por una forma mejor de entender
Solo si es real es posible creer
Y no puedo explicar un ven
Solo puedo ir
Y no puedo explicar una invitación
Pero puedo hacerla
Ven y ve, ¡que el Señor es bueno!

Composição: Tibery, Cesar Mc