Invasion
Herido en Bagdad, estoy herido,
esperando el tiro del final
ellos creen que van a derrotarme
y mi vida sigue las en las orillas del Eufrates.
Truena en la ciudad gotas sin agua,
lluvia horizontal, luvia mortal
niños que se mojan, lluvia roja
secaran sus almas en el jardin dorado de Ala
Mi muerte vive, mi muerte canta
mi muerte danza entre las cuerdas de mi guitarra
mi muerte añora, mi muerte espera
resucitarme en una flor en primavera
Y ante el llanto vergonzante de los niños
vivir de rastron, o morirse de pie.
Guerra dicen los diarios, grita la radio
guerra goza la television
pero hay una sola parte atacando,
y un pueblo agoniza resistiendo la invasion.
Aguila rapaz, capaz de todo
sangra su colmillo y pide mas
mañana iran por otros o por nosotros
bandera de la muerte destruyendo identidad.
Invade, invaden fuerzas aliadas
se apareo el Diablo con Satanas, yo les vi las caras
hace algun tiempo en una isla lejana,
la bestia tuvo otro hijo deforme, cria macabra.
Invasão
Ferido em Bagdá, estou ferido,
esperando o tiro final
eles acham que vão me derrotar
e minha vida segue nas margens do Eufrates.
Trovoadas na cidade, gotas sem água,
chuva horizontal, chuva mortal
crianças se molhando, chuva vermelha
secarão suas almas no jardim dourado de Alá.
Minha morte vive, minha morte canta
minha morte dança entre as cordas da minha guitarra
minha morte anseia, minha morte espera
ressuscitar em uma flor na primavera.
E diante do choro envergonhado das crianças
viver de joelhos, ou morrer de pé.
Guerra, dizem os jornais, grita o rádio
guerra se diverte na televisão
mas só há um lado atacando,
e um povo agoniza resistindo à invasão.
Águia feroz, capaz de tudo
sangra seu dente e pede mais
amanhã vão atrás de outros ou de nós
bandeira da morte destruindo a identidade.
Invade, invadem forças aliadas
o Diabo se juntou a Satanás, eu vi seus rostos
há algum tempo em uma ilha distante,
a besta teve outro filho deformado, cria macabra.