Chambinho do Acordeon e Alcymar Monteiro
Tudo junto e misturado
Obrigado, rei do forró
Eu queria saber o que faço pra agradar o mundo
Se preciso dar murro em ponta de faca ou não
Se não devo parar os meus passos à beira do abismo
Para ter uma estátua na praça ele era tão bom
Não queria saber dessa dor que eu sinto por ela
Eu sei que ela vive enganada nos braços de alguém
Que não saca, nem vê que um dia pulei a janela
Amei apressado pensando se logo ele vem
Da vida não levo nada
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Da vida não levo nada
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Vai, Chambinho!
Se vejo parado pensando na violência do mundo
Eu às vezes duvido que o povo tem a voz de Deus
É que o homem às vezes se mais realizado
Ao invés de me dar parabéns, ele fala coitado
Da vida não levo nada
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Da vida não levo nada
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Vai, Chambinho!
Se vejo parado pensando na violência do mundo
Eu às vezes duvido que o povo tem a voz de Deus
É que o homem às vezes se mais realizado
Ao invés de me dar parabéns, ele fala coitado
Da vida não levo nada
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Da vida não levo nada
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Da vida não levo nada (levo nada)
Do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Da vida não levo nada
(Vocês) do jeito que a vida vem
Depois de fechar os olhos
Ninguém é ninguém
Olha a palminha, vai
Viva, Alcymar Monteiro
Viva, Chambinho
Viva, Chambinho