TUERCA
Camino inerte
Engrane perdido del inconsciente
Verte una vez más
Ingenua amnesia cerebral
Rozando nuestras manos
Enlazando pactos mudos
El sentido brilla
Entre tanta ambigüedad
Germina una semilla
En el androide soñador de nuevas vidas
Ya no hay lugar
Para mí en este pajar
Cuántas vueltas gira la ruleta
Antes de encontrar tus ojos una vez más
Realidad calzando en la incoherencia de historias
Vagas...
Diste tu mano
Al reflejo acostumbrado
A una vida real
Tan falsa
Y tan normal
En el olvido vive su memoria
Aprisionada en un prejuicio antinatural
Ya no hay lugar
Para mí en este pajar
Cuántas vueltas gira la ruleta
Antes de encontrar tus ojos una vez más
Realidad calzando en la incoherencia de historias vagas
Que me unieron junto a ti, ah~
Que me unieron junto a ti, ah~
Llueve aceite
Sobre una máquina oxidada
No advirtió en su camino
La humedad
Cuántas vueltas gira la ruleta
Antes de encontrar tus ojos una vez más
Realidad calzando en la incoherencia de historias
Vagas...
Germina una semilla
En el androide soñador de nuevas vidas
Ya no hay lugar
Para mí en este pajar
Ah!
Cuántas vueltas gira la ruleta
Antes de encontrar tus ojos una vez más
Realidad calzando en la incoherencia de piezas
Recogidas al pasar
Pasos falsos, distractores adornando el camino
Disfrazando la verdad
Realidad calzando en la incoherencia de historias
Vagas
PARAFUSO
Caminho inerte
Engrenagem perdida do inconsciente
Ver você mais uma vez
Ingênua amnésia cerebral
Rondando nossas mãos
Entrelaçando pactos mudos
O sentido brilha
Entre tanta ambiguidade
Germina uma semente
No androide sonhador de novas vidas
Já não há lugar
Para mim neste feno
Quantas voltas gira a roleta
Antes de encontrar seus olhos mais uma vez
Realidade se encaixando na incoerência de histórias
Vagas...
Você estendeu sua mão
Ao reflexo acostumado
A uma vida real
Tão falsa
E tão normal
No esquecimento vive sua memória
Aprisionada em um preconceito antinatural
Já não há lugar
Para mim neste feno
Quantas voltas gira a roleta
Antes de encontrar seus olhos mais uma vez
Realidade se encaixando na incoerência de histórias vagas
Que me uniram a você, ah~
Que me uniram a você, ah~
Chove óleo
Sobre uma máquina enferrujada
Não percebeu em seu caminho
A umidade
Quantas voltas gira a roleta
Antes de encontrar seus olhos mais uma vez
Realidade se encaixando na incoerência de histórias
Vagas...
Germina uma semente
No androide sonhador de novas vidas
Já não há lugar
Para mim neste feno
Ah!
Quantas voltas gira a roleta
Antes de encontrar seus olhos mais uma vez
Realidade se encaixando na incoerência de peças
Coletadas ao passar
Passos falsos, distrações adornando o caminho
Disfarçando a verdade
Realidade se encaixando na incoerência de histórias
Vagas