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O Berço do Sol

Cielo Razzo

La Cuna Del Sol

Nada es mas perfecto
que mi alma entre tus soles,
ya no hay rabia si es que tengo
mi mayor debilidad,
un otoño personal.
Un rally de muerte
otro funk para tus dientes
una guerra vergonzosa
tras mi espalda caerás.
se que no podes gritar.

Ya se que estás
obligado a este mundo,
un latido tan absurdo
y siempre a pasos de explotar,
bajaste ya, como bajan las estrellas,
asi pido tres deseos quizás uno se nos dá.

Más lagrimas que penas,
más acero que madera
y la peste evoluciona, nuevas formas, nuevo mal,
tan presente y sin notar.

Fuentes sin monedas,
otra madre que aún espera,
el beso de los que sueñan,
sin temor a despertar,
la mañana sanará.

No quiero que te mate el pánico.
Lejos de ser un abismo
entre lo que hoy vivo y verás.
Abajo será siempre la cuna del sol

O Berço do Sol

Nada é mais perfeito
que minha alma entre seus sóis,
não há mais raiva se eu tenho
minha maior fraqueza,
um outono pessoal.
Um rali de morte
outro funk para seus dentes
uma guerra vergonhosa
nas minhas costas você vai cair.
sei que você não pode gritar.

Já sei que você está
obrigado a este mundo,
um batimento tão absurdo
e sempre prestes a explodir,
você já desceu, como as estrelas descem,
assim eu peço três desejos, quem sabe um se realiza.

Mais lágrimas que tristezas,
mais aço que madeira
e a peste evolui, novas formas, novo mal,
tão presente e sem notar.

Fontes sem moedas,
outro mãe que ainda espera,
o beijo dos que sonham,
sans medo de acordar,
a manhã vai curar.

Não quero que o pânico te mate.
Longe de ser um abismo
entre o que hoje vivo e o que você verá.
Abaixo será sempre o berço do sol.

Composição: Pablo Pino