Amarrado
Estoy tomando de nuevo calmantes por no verte hoy en mi cama.
Tu almohada que atrapa mis sueños, tu alma que siempre se escapa.
Un vaso se rompe, vidrios en el piso, podrían cortarme.
Tu mano ejecuta mi llanto, tus manos que curan mis penas.
Guiando mis manos para esta noche no regresarte.
Los parpados ya no se atreven por otra noche volver a cerrarse,
y ya no comprendo que hago en el mundo si no te tengo como antes.
Tengo una bala guardada que lleva tu nombre y no temo usarla.
Estoy preocupado, mi vida pendiendo de un hilo por imaginarte.
Tu imagen cruzando mi cuarto,
mis ojos que observan tus pasos.
Intento tomarte en mis brazos y veo q solo estas en mi mente,
mis manos vacías temblando, mis ojos que lloran en vano.
Y ato mis manos para esta noche no regresarte.
Los parpados ya no se atreven por otra noche volver a cerrarse,
y ya no comprendo que hago en el mundo si no te tengo como antes.
Tengo una bala guardada q lleva tu nombre y no temo usarla.
Y ato mis manos para esta noche no regresarte.
Los parpados ya no se atreven por otra noche volver a cerrarse,
y ya no comprendo que hago en el mundo si no te tengo como antes.
Tengo una bala guardada que lleva tu nombre y no temo usarla.
Amarrado
Estou tomando calmantes de novo por não te ver hoje na minha cama.
Seu travesseiro que captura meus sonhos, sua alma que sempre escapa.
Um copo se quebra, vidros no chão, poderiam me cortar.
Sua mão executa meu choro, suas mãos que curam minhas dores.
Guiando minhas mãos para que esta noite eu não te traga de volta.
As pálpebras já não se atrevem a se fechar por mais uma noite,
e já não entendo o que faço no mundo se não te tenho como antes.
Tenho uma bala guardada que leva seu nome e não temo usá-la.
Estou preocupado, minha vida pendendo de um fio por te imaginar.
Sua imagem cruzando meu quarto,
meus olhos que observam seus passos.
Tento te abraçar e vejo que você só está na minha mente,
minhas mãos vazias tremendo, meus olhos que choram em vão.
E ato minhas mãos para que esta noite eu não te traga de volta.
As pálpebras já não se atrevem a se fechar por mais uma noite,
e já não entendo o que faço no mundo se não te tenho como antes.
Tenho uma bala guardada que leva seu nome e não temo usá-la.
E ato minhas mãos para que esta noite eu não te traga de volta.
As pálpebras já não se atrevem a se fechar por mais uma noite,
e já não entendo o que faço no mundo se não te tenho como antes.
Tenho uma bala guardada que leva seu nome e não temo usá-la.