Esquina
Ya marco, se clavan las dos,
agujas que mienten, provando mi suerte.
Y al dudar, saltar o quedar.
Los miro del banco y se esfuma mi arco.
Otra vez atras, como desterrar
todo el miedo, lo ingrato, la burla
que veo en tu risa cuando te alejas.
Hoy volvi a estar en tus pies,
tomando el veneno, lamiendo tu suelo.
Vuelvo a dar todo sin pelear,
me pierdo en tu rumbo, no me queda orgullo.
Otra vez atras, como desterrar
todo el miedo, lo ingrato, la burla
que veo en tu risa cuando te alejas.
Me llevas a andar y espuelas clavas,
la dulzura que nace en tu boca
termina en brazas y comienza a quemar.
Esquina de estrellas,
escupe y condena, como vienes vas.
Te vas a dar cuenta que nadie te espera
cuando te alejas.
Me llevas a andar, me llevas a andar.
Otra vez atras, como desterrar
todo el miedo, lo ingrato, la burla
que veo en tu risa cuando te alejas.
Me llevas a andar y espuelas clavas,
la dulzura que nace en tu boca
termina en brazas y comienza a quemar.
Esquina de estrellas, escupe y condena,
como vienes vas.
Te vas a dar cuenta que nadie te espera cuando te alejas...
Me llevas a andar, me llevas a andar, lo llevas a andar...
Esquina
Já marco, as duas se cravam,
agulhas que mentem, testando minha sorte.
E ao hesitar, pular ou ficar.
Os vejo do banco e meu arco se esvai.
Mais uma vez pra trás, como se eu pudesse
excluir todo o medo, o ingrato, a zombaria
que vejo no seu riso quando você se afasta.
Hoje voltei a estar aos seus pés,
tomando o veneno, lambendo seu chão.
Volto a dar tudo sem brigar,
me perco no seu caminho, não me resta orgulho.
Mais uma vez pra trás, como se eu pudesse
excluir todo o medo, o ingrato, a zombaria
que vejo no seu riso quando você se afasta.
Você me leva a andar e crava esporas,
a doçura que nasce na sua boca
termina em brasas e começa a queimar.
Esquina de estrelas,
escupa e condena, como vem, vai.
Você vai perceber que ninguém te espera
quando você se afasta.
Você me leva a andar, você me leva a andar.
Mais uma vez pra trás, como se eu pudesse
excluir todo o medo, o ingrato, a zombaria
que vejo no seu riso quando você se afasta.
Você me leva a andar e crava esporas,
a doçura que nasce na sua boca
termina em brasas e começa a queimar.
Esquina de estrelas, escupa e condena,
como vem, vai.
Você vai perceber que ninguém te espera quando você se afasta...
Você me leva a andar, você me leva a andar, você o leva a andar...