The Chorus
Outstretch your hands
Receive redemption
Your name does not change
The music that plays
Silenced in haste
And a lone voice sounds
‘I am the truest self, I am the truest self
I am the truest self, I am the truest self
I am the truest self, I am the truest self
I am the truest self, I am the truest self’
You can’t get rid of me
Bowed head in slapping waves
Green glimmers through salt sting
Knowing nothing but the need not to breathe
And what have you achieved?
What does your death mean?
Is your art improved?
Will your sex be missed?
Can you answer these
Before you’re knocked back by the waves
And the pain recedes
And the ledge you cling onto narrows
We accept our loss
Cut off our hands
Immortal invisible God only wise in light
Accessible hid from our eyes
Most blessed most glorious
The ancient of days almighty victorious
You knew what you were about when you created me
No shock
In unison
We accept our loss
Cut off our hands
O Refrão
Estenda suas mãos
Receba a redenção
Seu nome não muda
A música que toca
Silenciada às pressas
E uma voz solitária soa
‘Eu sou o eu verdadeiro, eu sou o eu verdadeiro
Eu sou o eu verdadeiro, eu sou o eu verdadeiro
Eu sou o eu verdadeiro, eu sou o eu verdadeiro
Eu sou o eu verdadeiro, eu sou o eu verdadeiro’
Você não consegue se livrar de mim
Cabeça baixa nas ondas que batem
Verde brilha através da ardência do sal
Sabendo nada além da necessidade de não respirar
E o que você conquistou?
O que significa sua morte?
Sua arte melhorou?
Seu sexo será sentido?
Você consegue responder isso
Antes de ser derrubado pelas ondas
E a dor recuar
E a beirada que você se agarra estreitar
Nós aceitamos nossa perda
Cortamos nossas mãos
Deus imortal, invisível, só sábio em luz
Acessível, escondido de nossos olhos
Mais abençoado, mais glorioso
O antigo dos dias, todo-poderoso, vitorioso
Você sabia o que estava fazendo quando me criou
Sem choque
Em uníssono
Nós aceitamos nossa perda
Cortamos nossas mãos