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Luna Lunera

Clase 406

Luna Lunera

Porque se me va
Toda la fuerza por la boca
Que me condena y se equivoca
Sin poderlo remediar

Porque no puedo pensar
Porque la luna se ha vuelto loca
Ya no me quiere
Ya no me toca
Luna lunera
Porque te vas

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nublado el cielo
Y que amenazaba tormenta
Y que sabe a menta

Porque ya no escribo
Ni cuando puedo
Ni cuando quiero
Porque yo ya no soy el primero

Porque me suena tan mal
Toda la cuerda de mis deceos
Porque hoy te veo
Y hoy no te veo
Porque no te estas quieta
Porque no estas quieta
Y por que soñar
Porque soñar ya no es bonito no feo
Porque va ciendo lo tinito lo tinito
Lo tinito te queda

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nublado el cielo
Y que amenazaba tormenta
Y que sabe a menta

Porque ya no escribo
Ni cuando puedo
Ni cuando quiero
Porque yo ya no soy el primero

Parate a pensar
Pensar para que tus pensamientos
Sirvan de hogera
Por donde yo me quemo por fuera
Y tu por dentro
Que no te queda tan mal

Y ese bonito vestido negro
Lo que me pasa esque si te quitan la ropa
Vuelo, vuelo, vuelo, vuelo

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nublado el cielo
Y que amenazaba tormenta
Y que sabe a menta

Porque ya no escribo
Ni cuando puedo
Ni cuando quiero
Porque yo ya no soy el primero

(es porque yo)

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nublado el cielo
Y que amenazaba tormenta
Y que sabe a menta

Porque ya no escribo
Ni cuando puedo
Ni cuando quiero
Porque ya no soy el primero

Porque se me va
Toda la fuerza por la boca
Que me condena y se equivoca
Sin poderlo remediar

Porque se me va
Porque se me va

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nubladoel cielo
Y que amenazaba tormenta
Y aque sabe a menta

Porque ya no escribo
Ni cuando puedo
Ni cuando quiero
Porque ya no soy el primero

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nublado el cielo
Y que amenazaba tormenta
Y que sabe a menta

Porque ya no escribo
Ni cuando puedo
Ni cuando quiero
Porque ya no soy el primero

Porque ya no vivo
Siempre pendiente de tu pelo
Que siempre habia nublado el cielo

Luna Lunera

Porque se me vai
Toda a força pela boca
Que me condena e se engana
Sem poder remediar

Porque não consigo pensar
Porque a lua ficou maluca
Já não me quer
Já não me toca
Luna lunera
Porque você vai

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu
E que ameaçava tempestade
E que sabe a menta

Porque já não escrevo
Nem quando posso
Nem quando quero
Porque eu já não sou o primeiro

Porque soa tão mal
Toda a corda dos meus desejos
Porque hoje te vejo
E hoje não te vejo
Porque você não fica quieta
Porque não está quieta
E por que sonhar
Porque sonhar já não é bonito nem feio
Porque vai se tornando o tinito o tinito
O tinito te fica

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu
E que ameaçava tempestade
E que sabe a menta

Porque já não escrevo
Nem quando posso
Nem quando quero
Porque eu já não sou o primeiro

Pare e pense
Pensar para que seus pensamentos
Sirvam de fogueira
Por onde eu me queimo por fora
E você por dentro
Que não te fica tão mal

E esse bonito vestido preto
O que acontece é que se você tira a roupa
Eu voo, voo, voo, voo

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu
E que ameaçava tempestade
E que sabe a menta

Porque já não escrevo
Nem quando posso
Nem quando quero
Porque eu já não sou o primeiro

(é porque eu)

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu
E que ameaçava tempestade
E que sabe a menta

Porque já não escrevo
Nem quando posso
Nem quando quero
Porque já não sou o primeiro

Porque se me vai
Toda a força pela boca
Que me condena e se engana
Sem poder remediar

Porque se me vai
Porque se me vai

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu
E que ameaçava tempestade
E que sabe a menta

Porque já não escrevo
Nem quando posso
Nem quando quero
Porque já não sou o primeiro

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu
E que ameaçava tempestade
E que sabe a menta

Porque já não escrevo
Nem quando posso
Nem quando quero
Porque já não sou o primeiro

Porque já não vivo
Sempre de olho no seu cabelo
Que sempre nublou o céu