Dell'alcova Nel Tepor
Oh fanciulla all'imbrunir
dimmi "Vuoi da me venir?"
Io t'attenderò,
non dir di no.
Della mia casetta allor,
che è nascosta in mezzo ai fior,
reginetta ormai
tu ben sarai.
Al mio cuor ti stringerò
e coi baci ti dirò
del mio grande amor
il folle ardor.
Della notte nel mister
niun ci segue sul sentier
e nessun vedrà
se l'uscio s'aprirà.
Entriamo insiem, chiudiamo e poi
l'uscio sarà fra il mondo e noi,
la luna intanto ne occhieggia dal ciel
ma tacerà, muta e fedel.
Eccheggerà l'imene arcan
un usignuol, lontan, lontan,
mentre abbracciati vedremo spuntar
il sol che sulla fronte ci verrà a baciar.
Oh fanciulla all'imbrunir
dimmi "Vuoi da me venir?"
Io t'attenderò,
non dir di no.
Dell'alcova nel tepor
sogneremo baci e amor.
Io t'attenderò,
non dir di no!
Do Cômodo no Calor
Oh menina, ao anoitecer
me diz "Quer vir comigo?"
Eu vou te esperar,
não diga que não.
Da minha casinha então,
que está escondida entre as flores,
rainha agora
tu serás.
Ao meu coração te abraçarei
e com beijos te direi
do meu grande amor
o seu ardor insano.
Na noite, no mistério
ninguém nos segue pelo caminho
e ninguém verá
se a porta se abrir.
Entremos juntos, fechemos e então
a porta será entre o mundo e nós,
a lua, enquanto isso, nos observa do céu
mas ficará em silêncio, muda e fiel.
E ecoará o hino arcano
um rouxinol, longe, bem longe,
enquanto abraçados veremos surgir
o sol que virá nos beijar na testa.
Oh menina, ao anoitecer
me diz "Quer vir comigo?"
Eu vou te esperar,
não diga que não.
Do cômodo no calor
sonharemos beijos e amor.
Eu vou te esperar,
não diga que não!