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Silêncio Em Sua Casa

Closterkeller

Cisza W Jej Domu

Cisza, cisza w domu jej przyczajona
Na palcach skrada sie jak wróg
Niechciana, nieproszona
A jego nie ma
Dzieci jak anio³y œpi¹ zapomniane
A samotnoœæ ³¹czy wieczór cisz¹ sw¹
I poranek
To co wie i czego jeszcze nie wie
Czai sie w milcz¹cego ³ó¿ka
Ch³odzie sennym
I usypia w oczekiwaniu beznadziejnym

Sama! Oczy zamkniete a dusza p³onie
Wieje wiatr...
Ty na morzu, nikt nie wie ¿e toniesz
Jesteœ sama! Gdy rozpada sie œwiat
Wiara koñczy sie
Czujesz jak czas usypia Twój gniew
A Ty walczysz z tym snem

Niewys³any stygnie list, ona p³acze
Jej mi³oœæ niepotrzebna ju¿
Gdy szaleñstwo w jego oczach
Znów biec mu ka¿e
Na oœlep, na œmieræ
Za bóstwem fa³szywym, zwodniczym mira¿em

Sama! Oczy zamkniete a dusza p³onie
Wieje wiatr...
Ty na morzu, nikt nie wie ¿e toniesz
Jesteœ sama! Gdy rozpada sie œwiat,
Wiara koñczy sie
Czujesz jak czas usypia Twój gniew
A Ty walczysz...

Twój gniew, s³owa jak kamienie...

Silêncio Em Sua Casa

Silêncio, silêncio na casa dela, escondido
Na ponta dos pés, se esgueira como um inimigo
Indesejada, não convidada
E ele não está aqui
Crianças como anjos dormem esquecidas
E a solidão une a noite com seu silêncio
E a manhã
O que sabe e o que ainda não sabe
Espera na cama silenciosa
Fria e sonolenta
E adormece na espera desesperançada

Sozinha! Olhos fechados e a alma ardendo
Sopra o vento...
Você no mar, ninguém sabe que está se afogando
Você está sozinha! Quando o mundo desmorona
A fé se esgota
Sente como o tempo adormece sua raiva
E você luta contra esse sonho

Uma carta não enviada esfria, ela chora
Seu amor já não é necessário
Quando a loucura em seus olhos
Novamente o obriga a correr
Cego, para a morte
Atrás de um deus falso, uma miragem enganadora

Sozinha! Olhos fechados e a alma ardendo
Sopra o vento...
Você no mar, ninguém sabe que está se afogando
Você está sozinha! Quando o mundo desmorona,
A fé se esgota
Sente como o tempo adormece sua raiva
E você luta...

Sua raiva, palavras como pedras...

Composição: