Rozbijacz Symboli
Pijany Bogów krwi¹
Skondensowane z³o
Apokalipsy znak - Rozbijacz symboli
Gdy w najczarniejsz¹ noc
Spowalniam myœli lot
Zagl¹dam w oczy Ci - Rozbijacz symboli
Odchodze jeœli chcesz
By wróciæ poprzez sen
Uderzam drugi raz - Rozbijacz symboli
Lekko ca³uje Cie
Ju¿ nie zapomnisz mnie
Ziarno kie³kuje - i to wcale nie boli
Od miasta idzie dym
A z g³ebi ziemi krzyk
Za tymi drzwiami ktoœ trzyma stra¿, nie pozwala przejœæ
Szukaj¹c wyjœcia krzyczysz coœ, wolno jak we œnie
A ja, dzier¿¹c w d³oni miecz pobiegne dalej
A ja - niewidzialny cieñ
Jak bez œwi¹tyni bóg
Bez armii wielki wódz
Drzewo przez burze niez³amane wci¹¿ stoi
Dogmaty rzucam w k¹t
I nie wiadomo sk¹d
Nastepny pomnik pada - Rozbijacz symboli
Od miasta idzie dym
A z g³ebi ziemi krzyk
Za tymi drzwiami ktoœ trzyma stra¿, nie pozwala przejœæ
Szukaj¹c wyjœcia krzyczysz coœ, wolno jak we œnie
A ja, dzier¿¹c w d³oni miecz pobiegne dalej
A ja - niewidzialny cieñ
Nad Twymi snami ktoœ trzyma stra¿
Lecz wkrótce zbudzisz sie
By pierwszy raz zawo³aæ mnie
A ja biegne, biegne dalej
A ja biegne, biegne dalej
Ziarno kie³kuje i to wcale nie boli...
Quebrador de Símbolos
Deus bêbado do sangue
Mal condensado
Sinal do apocalipse - Quebrador de símbolos
Quando na noite mais escura
Eu desacelero o voo dos pensamentos
Olho nos seus olhos - Quebrador de símbolos
Eu vou embora se você quiser
Para voltar através do sonho
Bato de novo - Quebrador de símbolos
Te beijo levemente
Você não vai mais me esquecer
A semente germina - e isso não dói
Do centro da cidade vem a fumaça
E do fundo da terra, um grito
Atrás dessas portas alguém faz a guarda, não deixa passar
Procurando a saída você grita algo, devagar como em um sonho
E eu, segurando a espada na mão, vou correr mais longe
E eu - sombra invisível
Como um deus sem templo
Sem exército, grande líder
A árvore inquebrantável ainda resiste à tempestade
Jogo dogmas no canto
E não se sabe de onde
O próximo monumento cai - Quebrador de símbolos
Do centro da cidade vem a fumaça
E do fundo da terra, um grito
Atrás dessas portas alguém faz a guarda, não deixa passar
Procurando a saída você grita algo, devagar como em um sonho
E eu, segurando a espada na mão, vou correr mais longe
E eu - sombra invisível
Sobre seus sonhos alguém faz a guarda
Mas em breve você vai acordar
Para me chamar pela primeira vez
E eu vou correr, correr mais longe
E eu vou correr, correr mais longe
A semente germina e isso não dói...