Exhume To Consume
Grimly I dig up the turfs
To remove the corrupted stiffs
Trying to contain my excitement
As I desecrate graveolent crypts...
Fingers claw at coffin lids
Eager festal exhumation
Hugging your wry, festered remains
With post-humous joy and elation...
Body snatched, freshly interred
Whatever takes my fancy
To satisfy my gratuitous pica
My culinary necromancy...
Scrutinised then brutalised
My forensic inquisition is fulfiled
My recipe is now your epitaph
Be it fried, boiled or grilled...
I devour the pediculous corpse
Whetting my palate as I exhume
The festering stench of rotting flesh
Makes me drool as I consume...
Caskets I grate
My larder's a grave
I'm sickly obsessed (with the badly decomposed)
Rotten remains I eat
Purulent meat
What a funeral feast (putrid reek)
Weeping tissue is stripped
Pus dribbles from my lips
Pulverising this pustular chaff
Butchering up morgue's makes me laugh...
Ulcerated flesh I munch
Rotting corpses are my lunch
On bones I love to crunch (on the badly decomposed)
Shrivelled innards I lick
The corpse's head I kick
Crumbling shreds I pick (eat the stiffs)
[Solo: morbid melody for the deceased with salt to taste]
Rancid flesh, slaughter the dead
- Caskets exhumed...
Corpses disinterred, graves disturbed
- To consume...
Bereaved relatives are not amused
As on their dear departed I feverishly consume...
Slavering worms, decomposure burns
Corrosion born, as bacteria gnaw
Desecrate...
Precipitate....(from the muddy grave)
Macerate...
Eviscerate...
Caskets I grate
My larder's a grave
I'm sickly obsessed (with the badly decomposed)
Rotten remains I eat
Purulent meat
What a funeral feast (putrid reek)
Saponified fats, nibbled by rats
- freshly exhumed...
Deep down six feet is where I like to eat
- Human flesh to consume...
Desenterrar Para Consumir
Sombrio, eu desenterro a terra
Para remover os corpos podres
Tentando conter minha empolgação
Enquanto profano criptas fétidas...
Dedos arranham as tampas dos caixões
Exumação festiva e ansiosa
Abraçando seus restos apodrecidos
Com alegria e êxtase póstumos...
Corpo roubado, recém enterrado
O que me agrada, eu vou pegar
Para satisfazer minha pica gratuita
Minha necromancia culinária...
Examinado e então brutalizado
Minha inquisição forense se cumpre
Minha receita agora é seu epitáfio
Frito, cozido ou grelhado...
Eu devoro o cadáver pediculoso
Aperfeiçoando meu paladar enquanto exumo
O fedor fétido da carne podre
Me faz babar enquanto consumo...
Caixões eu ralo
Meu armário é uma cova
Estou doentio obcecado (com os mal decompostos)
Restos podres eu como
Carne purulenta
Que banquete fúnebre (fedor putrido)
Tecido choroso é despido
Pus escorre dos meus lábios
Pulverizando essa palha pustulenta
Desmembrar o necrotério me faz rir...
Carne ulcerada eu mastigo
Cadáveres podres são meu almoço
Adoro crocitar nos ossos (nos mal decompostos)
Eu lambo as vísceras murchas
Chuto a cabeça do cadáver
Pego os pedaços esfarelados (como os mortos)
[Solo: melodia mórbida para os falecidos com sal a gosto]
Carne rançosa, massacre os mortos
- Caixões exumados...
Corpos desenterrados, covas perturbadas
- Para consumir...
Familiares enlutados não estão divertidos
Enquanto eu consumo febrilmente seus queridos falecidos...
Vermes babando, a decomposição queima
Corrosão nasce, enquanto as bactérias roem
Profanar...
Precipitar....(da cova lamacenta)
Macerar...
Eviscerar...
Caixões eu ralo
Meu armário é uma cova
Estou doentio obcecado (com os mal decompostos)
Restos podres eu como
Carne purulenta
Que banquete fúnebre (fedor putrido)
Gorduras saponificadas, mordidas por ratos
- recém exumados...
Lá embaixo, a seis pés é onde eu gosto de comer
- Carne humana para consumir...