Non Siamo Gli Alberi
Io odio immensamente le ferrovie dello stato
Perché è lì che ci diciamo addio quattro volte al mese
E le tue scarpe rosse da sedicenne alcolizzato
Che inciampano nelle valigie e nei biglietti troppo cari
Ah, sarebbe bello non lasciarsi mai
Ma abbandonarsi, ogni tanto, è utile
O necessario alla sopravvivenza
Di animali in estinzione come noi
E tutto quello che voglio da te è illegale
Niente che si può cercare, che si può trovare
In questa parte di universo disponibile
Niente che si può comprare con i soldi di mio padre
Ah, sarebbe bello non lasciarsi mai
Ma abbandonarsi, ogni tanto, è utile
O necessario alla sopravvivenza
Di animali in estinzione come noi
Che non siamo gli alberi
Non siamo gli alberi
Non siamo gli alberi
Che stanno fermi lì
E tutto quello che voglio da te è illegale
Niente che si può cercare, che si può trovare
In questa parte di universo disponibile
Niente che si può comprare con i soldi di mio padre
Não Somos Árvores
Eu odeio imensamente as ferrovias do estado
Porque é lá que nos dizemos adeus quatro vezes por mês
E os seus sapatos vermelhos de adolescente alcoolizado
Que tropeçam nas malas e nos bilhetes muito caros
Ah, seria bom nunca nos separarmos
Mas se deixar levar, de vez em quando, é útil
Ou necessário para a sobrevivência
De animais em extinção como nós
E tudo que eu quero de você é ilegal
Nada que se possa buscar, que se possa encontrar
Nesta parte do universo disponível
Nada que se possa comprar com o dinheiro do meu pai
Ah, seria bom nunca nos separarmos
Mas se deixar levar, de vez em quando, é útil
Ou necessário para a sobrevivência
De animais em extinção como nós
Que não somos árvores
Não somos árvores
Não somos árvores
Que ficam paradas ali
E tudo que eu quero de você é ilegal
Nada que se possa buscar, que se possa encontrar
Nesta parte do universo disponível
Nada que se possa comprar com o dinheiro do meu pai
Composição: Antonio Di Martino, Lorenzo Urciullo