Composting The Masticated
Driven to psychosis, compelled to maim and mutilate
Erect a compound to contain my victims
Caged to be killed, final destination fertiliser
Malice the catalyst, I commence to strike humanity
Picking off people at random to fulfil my need
To chop up their flesh, discard the remnants gruesomely
Worthless are human beings, their one and only redeeming quality
Is the nutrition in their rotting body decomposition
Heaping the hacked with intent to ferment, soaking the ground
To make them fertile once more, death yields life
I'm going crazy, brazen are my actions, abducting people publicly
Engulfed by malice with reckless abandon, keeping captive, the compost to be
Keeping them cooped up, waste them then place them in open air mass graves
Chosen at random I crudely segment them, placed at the chopping block
I am drenched with each blow, heap the hacked with intent to ferment
The dead on display, allowing my captives a preview of their fate
Within weeks they will ripen, mulch ready to be processed
Chunks fed to the wood chipper, liquified remains enrich the soil
My captives I ensure they stay, removing knee caps, fingers and toes
Nailing them to walls, suspended till I shall call upon them
First hack across the mouth, taking off the cranium
Twelve more hacks across the neck and chest, then the truncated torso is broken down
Thrown in the pit to ferment among the liquid flesh, like pieces of shit in shallow graves
Crunching of bone beneath blunt instruments, as fragments blast outward from ruptured skin
Captives spectate, the next to be killed too weak to plead, with bloodlust I dismantle bodies in minutes
I kill people with no regard for the law, giving no thoughts towards being caught
Without remorse I intend to continue killing
Taking no care to conceal my identity, I head into town to abduct more people
To meet the need for visceral mutilation
Indifferent to potential consequences, hoarding humans for my harvest
Indulging in dismemberment to satisfy the need
Retching while rejoicing at the sight of slaughtered human rotting
Tissue fermenting in piles of stagnate compost mulch
Masticated the human race
Mangled human flesh compost my victims, kill to sustain my life
Mangled human flesh compost my victims, eager to take your life
Mangled human flesh compost my victims, so much hate for your kind
Mangled human flesh compost my victims, feasting upon the weak
Mangled human flesh compost my victims, butchered with no mercy
Masticate
Compostando o Mastigado
Levado à psicose, compelido a desfigurar e mutilar
Ergo um local para conter minhas vítimas
Enjaulados para serem mortos, destino final fertilizante
Malícia é o catalisador, começo a atacar a humanidade
Eliminando pessoas aleatoriamente para satisfazer minha necessidade
De picar sua carne, descartando os restos de forma grotesca
Seres humanos são inúteis, sua única qualidade redentora
É a nutrição na decomposição de seus corpos podres
Empilhando os cortados com a intenção de fermentar, encharcando o chão
Para torná-los férteis mais uma vez, a morte gera vida
Estou pirando, ousadas são minhas ações, sequestrando pessoas em público
Engolfado pela malícia com abandono imprudente, mantendo cativos, o composto a ser
Mantendo-os trancados, desperdiço-os e depois coloco-os em fossas comuns ao ar livre
Escolhidos aleatoriamente, eu os segmento de forma grosseira, colocados na tábua de corte
Estou ensopado a cada golpe, empilhando os cortados com a intenção de fermentar
Os mortos em exibição, permitindo que meus cativos vejam seu destino
Dentro de semanas eles amadurecerão, a palha pronta para ser processada
Pedaços alimentados na trituradora de madeira, restos liquefeitos enriquecem o solo
Meus cativos eu garanto que fiquem, removendo joelhos, dedos e pés
Pregando-os nas paredes, suspensos até que eu os chame
Primeiro golpe na boca, arrancando o crânio
Doze golpes mais no pescoço e no peito, então o torso truncado é despedaçado
Jogados na fossa para fermentar entre a carne líquida, como pedaços de merda em covas rasas
O estalo dos ossos sob instrumentos contundentes, enquanto fragmentos explodem da pele rompida
Cativos assistem, o próximo a ser morto muito fraco para implorar, com sede de sangue eu desmembro corpos em minutos
Eu mato pessoas sem considerar a lei, sem pensar em ser pego
Sem remorso, pretendo continuar matando
Sem me importar em esconder minha identidade, vou à cidade para sequestrar mais pessoas
Para atender à necessidade de mutilação visceral
Indiferente às consequências potenciais, acumulando humanos para minha colheita
Indulgindo em desmembramento para satisfazer a necessidade
Vomitando enquanto me regozijo ao ver humanos abatidos apodrecendo
Tecido fermentando em pilhas de composto estagnado
Mastigado a raça humana
Carne humana retorcida, compostando minhas vítimas, mato para sustentar minha vida
Carne humana retorcida, compostando minhas vítimas, ansioso para tirar sua vida
Carne humana retorcida, compostando minhas vítimas, tanto ódio pela sua espécie
Carne humana retorcida, compostando minhas vítimas, banqueteando-me sobre os fracos
Carne humana retorcida, compostando minhas vítimas, abatidos sem misericórdia
Mastigue