Delirium
Shadow of myself or was it god
There's voices in the walls all around
Mocking my weary distress
Duplicating memories of nowhere
Aching inside convulsive sleep
Foam and worms among broken glass
Absence of time, abrasive roar
Why do you feed me with needles...
Why?
Trial shall open now
The mirrors awaken
Breeding monsters, demons within
Judge is me transformed, multiplied
There's no place for me to rest anymore
Torn from inside, bleeding in vain
There's no place for me to live anymore
Trapped inside the wait for a dawn that's never here
Writhing in terror
They're coming for me
Demons of my sleep returning through the ages
Calling for anyone, but none will hear
There's nothing more but the pain
This neverending pain
I bid farewell to everything and cast my last breath
Final touch of pain remains my dearest and only friend
Delírio
Sombra de mim mesmo ou seria Deus
Tem vozes nas paredes ao redor
Zombando da minha angústia cansada
Duplicando memórias de lugar nenhum
Dói por dentro, sono convulsivo
Espuma e vermes entre o vidro quebrado
Ausência de tempo, rugido abrasivo
Por que você me alimenta com agulhas...
Por quê?
O julgamento vai começar agora
Os espelhos despertam
Gerando monstros, demônios dentro de mim
O juiz sou eu, transformado, multiplicado
Não há mais lugar pra eu descansar
Rasgado por dentro, sangrando em vão
Não há mais lugar pra eu viver
Preso na espera de uma aurora que nunca chega
Contorcendo-me em terror
Eles estão vindo atrás de mim
Demônios do meu sono retornando através das eras
Chamando por alguém, mas ninguém vai ouvir
Não há mais nada além da dor
Essa dor sem fim
Me despeço de tudo e solto meu último suspiro
O toque final da dor permanece meu querido e único amigo