Fuimus, Non Sumus
Impressions... psychotic and cruel
Bitter fruits of uncovered reality
When life becomes pointless it seems to be so derisive
Leprous thoughts are so shameful
Like a tiny worm within
Sudden pain breaking a fragile inner balance... a departure
One minute's silence in remembrance of carnal desires and chastity
Withered flowers shall never rise from their lethargic sleep
Static torpor... fall into oblivion
To the sound of a weeping bell
Where words are devoted to those who keeps (sic) silence eternally
We die therefore we are
We are no more
As we were
There is no hope for tomorrow
There is no god in the empty sky
Exhausted days and years engaged with nothing
Burnt moments of the past... at last
Desperation comes with the phobia of mental impairment and loneliness
Sultry nights spent in expectation of the inevitable gallows
Hollow puppets... mythical progeny
What shall remain after all?
Only pages can keep and remind
Until they are reduced to ashes
Fomos, Não Somos
Impressões... psicóticas e cruéis
Frutos amargos da realidade descoberta
Quando a vida se torna sem sentido, parece tão zombeteira
Pensamentos leprosos são tão vergonhosos
Como uma minúscula larva dentro
Dor súbita quebrando um frágil equilíbrio interno... uma partida
Um minuto de silêncio em lembrança dos desejos carnais e da castidade
Flores murchas nunca vão ressurgir de seu sono letárgico
Torpor estático... caia no esquecimento
Ao som de um sino que chora
Onde palavras são dedicadas àqueles que guardam silêncio eternamente
Nós morremos, portanto somos
Não somos mais
Como éramos
Não há esperança para amanhã
Não há deus no céu vazio
Dias e anos exaustos engajados com nada
Momentos queimados do passado... finalmente
Desespero vem com a fobia de deficiência mental e solidão
Noites abafadas passadas na expectativa da forca inevitável
Fantoches ocos... progenia mítica
O que restará depois de tudo?
Apenas páginas podem guardar e lembrar
Até que sejam reduzidas a cinzas