De Tus Premios, de Tus Finales (Pasodoble)
De tus premios, de tus finales
Yo no soy digno tacita mía
Ni del gremio de los chavales
Esos que ansían
Solo ganar
Soy del tedio
Antiheroe que en sus pasiones
Puso precio nunca a sus canciones
Ni vendió su libertad
Cual es el aro
Al que pides que yo pase
El bicho raro
Y niño malo de la clase
Contracorriente
Mi camino y mi verdad
Contrarias al presidente
Que consideró valiente
Ser machista en carnaval
Ay que se muere mi abuela
Llanto y lágrima al sentío
Vaya a ser que así le duela
Al cabrón que nos recorta
Al dar su nombre y apellidos
Ni de izquierda ni derecha
Los políticos iguales
Y al cantar la misma flecha
A libertad y ultraderecha
Porque el cuñado así te aplaude
Malos tiempos, para el cantor
Juancarlistas brotan de Vox
Y lo que importa
El muerto a quién le pertenece
Pa ti las normas
Y el concurso de intereses
A ver si estalla de verdad
Y nacen plumas sin bozal
Que el carnaval verdadero
Desobedece
Dos Seus Prêmios, de Suas Finais (Pasodoble)
Dos seus prêmios, de suas finais
Eu não sou digno, minha querida
Nem do grupo dos moleques
Aqueles que anseiam
Só ganhar
Sou do tédio
Anti-herói que em suas paixões
Nunca colocou preço em suas canções
Nem vendeu sua liberdade
Qual é o aro
Que você pede pra eu passar
O bicho estranho
E o menino malvado da sala
Contra a corrente
Meu caminho e minha verdade
Contrários ao presidente
Que achou corajoso
Ser machista no carnaval
Ai, que minha avó tá morrendo
Choro e lágrima no sentido
Vai que assim ele sinta dor
Do filho da puta que nos corta
Ao dar seu nome e sobrenome
Nem de esquerda nem de direita
Os políticos são iguais
E ao cantar a mesma flecha
À liberdade e à ultradireita
Porque o cunhado assim te aplaude
Tempos difíceis, para o cantor
Juancarlistas brotam do Vox
E o que importa
O morto a quem pertence
Pra você as regras
E o concurso de interesses
Vamos ver se explode de verdade
E nascem penas sem focinheira
Que o verdadeiro carnaval
Desobedece