Quando a gente esquece o caminho de casa
Feito um pássaro sofrendo sem seu ninho, sem asas
Imagina a indiferença de não poder voar
Viver sem esperança, sem razão pra levantar
Não há mistérios que a vida não possa explicar
No tempo de colher e no tempo de plantar
Quem desvenda o labirinto que a gente crê?
A bonança demora, mas um dia a gente vê
Eu tentei tanto e nem sabia o por quê
Uma ave sem norte tentando compreender
E quando vem, faz sentido até
Tudo que um dia foi falta de fé
Olhando pra trás, vejo como tudo mudou
O vento que soprava contra já passou
A vida é linda se a gente notar
Que a própria natureza nos ensina a recomeçar
Quando a gente esquece o caminho de casa
Feito um pássaro sofrendo sem seu ninho, sem asas
Imagina a indiferença de não poder voar
Viver sem esperança, sem razão pra levantar
Não há mistérios que a vida não possa explicar
No tempo de colher e no tempo de plantar
Quem desvenda o labirinto que a gente crê?
A bonança demora, mas um dia a gente vê
Eu tentei tanto e nem sabia o por quê
Uma ave sem norte tentando compreender
E quando vem, faz sentido até
Tudo que um dia foi falta de fé
Olhando pra trás, vejo como tudo mudou
O vento que soprava contra já passou
A vida é linda se a gente notar
Que a própria natureza nos ensina a recomeçar
A ave ferida aprendeu a pousar
Cuidou das asas pra depois voar
E o mesmo vento que a fez se perder
Levou o pássaro de volta pro amanhecer