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Que Monstros Nos Tornamos

Conducting From The Grave

What Monsters We Have Become

In all my endeavors, observing weakness within this world
I have seen amassed decaying ideals crumbling before the storm
Where, destined to be ripped apart by its greed and emptiness
This age has seen its days only to be consumed by the souls of man
Lives lead to brave the lines of impurities and wickedness
And those who have been lost shall remain astray
Cast out and branded
Left to drown in an ocean of liars in endless tides
A chance no one will take to change the fate of which their bound
On time we will surely seethe end
Where all will face apart
Into the sea
I witnessed so many failures built by the architects of misshapen dreamers and beggars
Bluntly nailed to crosses of their own design
Lost between the translations
Praying to be of the less deserving of the fate the were given
Bestowed by our judgments
In time we will surely see the end
Where all will fall apart into the sea
Severed into nations
Then built on empires we have lost
To be renewed to define self righteous in our ignorance
And we feed on plagues
As we fall unto our doom
And the age shall come to pass
When we're no longer given breath
And then nothing shall see
What monsters we have become

Que Monstros Nos Tornamos

Em todas as minhas tentativas, observando a fraqueza neste mundo
Eu vi ideais em decomposição se acumulando, desmoronando diante da tempestade
Onde, destinados a serem despedaçados pela ganância e vazio
Esta era viu seus dias apenas para ser consumida pelas almas humanas
Vidas que se arriscam a enfrentar as linhas de impurezas e maldade
E aqueles que se perderam permanecerão à deriva
Expulsos e marcados
Deixados para afundar em um oceano de mentirosos em marés sem fim
Uma chance que ninguém vai ter para mudar o destino ao qual estão amarrados
Com o tempo, certamente veremos o fim
Onde todos enfrentarão a separação
No mar
Eu testemunhei tantas falhas construídas pelos arquitetos de sonhadores deformados e mendigos
Brutalmente pregados em cruzes de seu próprio design
Perdidos entre as traduções
Orando para ser dos menos merecedores do destino que lhes foi dado
Concedido por nossos julgamentos
Com o tempo, certamente veremos o fim
Onde todos cairão no mar
Cortados em nações
Então construídos sobre impérios que perdemos
Para ser renovados e definir a autojustiça em nossa ignorância
E nos alimentamos de pragas
Enquanto caímos em nossa ruína
E a era chegará ao fim
Quando não formos mais agraciados com a respiração
E então nada verá
Que monstros nos tornamos