Non Sense
Che soddisfazione
Questo minestrone,
Tutto il circondario sapr sapr
Come vivo io? Non lo so neanchio
Ma se me lo dicono lo so
Che non sar mandare apposta dall esercito
Una minestra perfida come unabitudine,
Roba di libidine e di solitudine
Ma scusa, dimmi, parlo arabo?
Se non mi vuoi capire dillo subito,
Che in un sonno torpido
Mi vorrei nascondere,
Roba di fuligine e di carta-pecora,,,
Non sense, pensaci tu
Lalta moda amabile,
Qualche volta affabile,
Siamo andati, che io penso a vendere,
Roba da cannibali, per:
Ancheggiamo mannequins fanatiche,
Ancheggiamo, si sporgono e poi sbandano,
Come consuetudine e beatitudine,
Forse fuori margine, fiancheggiando un argine
Non posso pi, non posso pi bearmici,
Posate le posate, adesso allungami
Una domanda singola come una voragine,
Roba da filippine e forse da dialettiche
Non sense, pensaci tu
Sem Sentido
Que satisfação
Esse minestrone,
Todo o bairro sabe, sabe
Como eu vivo? Não sei nem eu
Mas se me falam, eu sei
Que não é pra mandar de propósito do exército
Uma sopa traiçoeira como um vício,
Coisas de luxúria e solidão
Mas desculpa, me diz, eu falo árabe?
Se não quer me entender, fala logo,
Que em um sono pesado
Eu queria me esconder,
Coisas de fuligem e de papel de ovelha,,,
Sem sentido, pensa você
A alta moda adorável,
Às vezes simpática,
Fomos, que eu penso em vender,
Coisas de canibais, para:
Rebolamos, manequins fanáticos,
Rebolamos, se inclinam e depois se desviam,
Como um costume e uma felicidade,
Talvez fora da margem, ao lado de uma barragem
Não posso mais, não posso mais me aguentar,
Deixem os talheres, agora me estenda
Uma pergunta única como um abismo,
Coisas de filipinas e talvez de dialéticas
Sem sentido, pensa você