Bandera
Quemo bandera, dejo la feria
quemo en hoguera, hoguera nortena
prendo en caliente, uno no espera
piensa lo que quieras, brinca como puedas
Suena el silencio, una vez situado dentro
cuento el momento alrededor del centro
humo y tabaco, respiracion lento
solo escuchando el encuentro del viento
una vez mas, noches en busca de paz
diario seria, diario y fugaz
licor refresca, y por ahora es
modo, manera, vicio ... o los tres
senal inicia, mientras localiza
caja vacia, punto en partida
sonidos y melodias animan
simbolos, versos, numeros y rimas
Quemo bandera, dejo la feria
quemo en hoguera, hoguera nortena
prendo en caliente, uno no espera
piensa lo que quieras, brinca como puedas
sigue la buena, rata en condena
todos los que puedan sigan cadena
hecho un poco de lena en la meta
pronto asciende de la A a la Z
alcohol, dolor, agudo es el chillido
mientras subes, se continua enredando el intestino
olor, rencor, grave un estalido
o miro atras o intento otro camino
volando alto, enloquecido
todo es parte, parte es lo mismo
del borde salta hacia el destino
mas es lo mismo sobre lo ocurrido
Quemo bandera, dejo la feria
quemo en hoguera, hoguera nortena
prendo en caliente, uno no espera
piensa lo que quieras, brinca como puedas
ahora estoy, sentado esperando
si aparece seguiria andando
ahora estoy, tranquilo y calmado
si aparece el tiempo contando
Quemo bandera, dejo la feria
quemo en hoguera, hoguera nortena
prendo en caliente, uno no espera
piensa lo que quieras, brinca como puedas
Bandeira
Queimo a bandeira, deixo a festa
queimo na fogueira, fogueira do norte
acendo no calor, um não espera
pensa o que quiser, pula como puder
Sona o silêncio, uma vez situado dentro
conto o momento ao redor do centro
fumaça e tabaco, respiração lenta
só ouvindo o encontro do vento
mais uma vez, noites em busca de paz
dia a dia, diário e fugaz
licor refresca, e por agora é
modo, maneira, vício... ou os três
sinal inicia, enquanto localiza
caixa vazia, ponto de partida
sons e melodias animam
símbolos, versos, números e rimas
Queimo a bandeira, deixo a festa
queimo na fogueira, fogueira do norte
acendo no calor, um não espera
pensa o que quiser, pula como puder
segue a boa, rato em condena
todos que puderem sigam a corrente
fiz um pouco de lenha na meta
logo sobe da A à Z
álcool, dor, agudo é o grito
enquanto sobe, continua se enredando o intestino
cheiro, rancor, grave um estalido
o olho pra trás ou tento outro caminho
voando alto, enlouquecido
tudo é parte, parte é o mesmo
do bordo salta pro destino
mas é o mesmo sobre o que aconteceu
Queimo a bandeira, deixo a festa
queimo na fogueira, fogueira do norte
acendo no calor, um não espera
pensa o que quiser, pula como puder
agora estou, sentado esperando
se aparecer, continuaria andando
agora estou, tranquilo e calmo
se aparece o tempo contando
Queimo a bandeira, deixo a festa
queimo na fogueira, fogueira do norte
acendo no calor, um não espera
pensa o que quiser, pula como puder
Composição: E. Chapa