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Esperança

Control Machete

Esperanza

(INTRO)
Verse 1: Fermin IV
Fesco como de madrugada
Llovizna que aterriza, directo
Monte en la cara... perfecto
Visualización temprana, siempre para arriba
Buscando, nunca de bajada
Andar no cuesta nada, nada, trata
Olvidar lo que queda atrás, extendiéndome adelante
Fé y paciencia, avanza, avanza
Tratar no cuesta nada, ves
Yo no lo he logrado pero aquí me tienes
Cada vez, otra vez
Socorro... (socorro)
(Mira bien)
Impulsado por cosas que no puedes ver
A llegar a lugares que no puedes ver
Torres que se asoman por encima de la niebla
Allá, allá
Verse 2: Pato
Desde el suelo forma presencia en vuelo
Tras reverencia inclinado al cielo
Dulce anhelo, melodioso celo
Calma impaciencia, iniciado nuevo
En percepción sobre imágenes
Digna nación acerca titanes
Abstractos términos lineales
Sol y lunas vicerales...
Verse 3: Fermín IV
Actuemos una misma cosa, ahora todos
Como nunca, continúa y se acentúa
Pero no hay cosa segura
Intento tras intento
La pena es muda y callada, reservada
Apreciada es la vida, prosigo y la esfera
Sigue dando vueltas, completas, esperanza
Desde el inicio, solicito, mira
No pereza si promesa, directo a la meta
Camino no vereda, día, certeza, no se paga renta
No,no, aquí es toda la vida completa, hecha
Cliente, al que tengo que mantener
Consciente, al que tengo que proteger
Tierra que se asoma por encima de la niebla
Allá, allá...
Verse 4: Pato
Desde el sueño torna tormenta en velo
Tras reverencia inclinado al fuego
Sólido consuelo, ansioso ello
Alma conciencia, deseado ruego
En reacción ante cavalidades
Digna nación acerca titanes
Intactos sentidos ciclares
Sol y luna viscerales...
Chorus: x8
Espera, avanza, esperanza
Verse 5: Pato
Alrededores directa iniciativa
Vacios llenados, luz y agonía
A través uno, ninguno
En definitiva alguno asumo
Meridiano pasado y antes
Abundantes, activa, constantes
Llama a la interperie
Con y de el aire adhiere
Posee el márgen, las edades
Libra, magia, agudo, grave
Chorus: x8

Esperança

(INTRO)
Verso 1: Fermin IV
Frio como de madrugada
Chuva fina que cai, direto
Montanha na cara... perfeito
Visualização antecipada, sempre pra cima
Buscando, nunca pra baixo
Andar não custa nada, nada, tenta
Esquecer o que ficou pra trás, me estendendo pra frente
Fé e paciência, avança, avança
Tentar não custa nada, vê
Eu não consegui, mas aqui estou
Toda vez, de novo
Socorro... (socorro)
(Veja bem)
Impulsionado por coisas que não dá pra ver
Chegando a lugares que não dá pra ver
Torres que aparecem por cima da neblina
Lá, lá
Verso 2: Pato
Do chão forma presença em voo
Após reverência, inclinado ao céu
Doce desejo, melódico zelo
Calma a impaciência, iniciado novo
Na percepção sobre imagens
Nação digna sobre titãs
Termos abstratos lineares
Sol e luas viscerais...
Verso 3: Fermín IV
Vamos agir como uma só coisa, agora todos
Como nunca, continua e se acentua
Mas não há nada certo
Tentativa após tentativa
A dor é muda e calada, reservada
A vida é preciosa, sigo e a esfera
Continua girando, completa, esperança
Desde o início, peço, olha
Sem preguiça se há promessa, direto ao alvo
Caminho não é vereda, dia, certeza, não se paga aluguel
Não, não, aqui é toda a vida completa, feita
Cliente, que eu tenho que manter
Consciente, que eu tenho que proteger
Terra que aparece por cima da neblina
Lá, lá...
Verso 4: Pato
Do sonho volta a tempestade em véu
Após reverência, inclinado ao fogo
Consolo sólido, ansioso isso
Alma consciência, desejado pedido
Em reação a cavalidades
Nação digna sobre titãs
Sentidos intactos cíclicos
Sol e lua viscerais...
Refrão: x8
Espera, avança, esperança
Verso 5: Pato
Arredores, iniciativa direta
Vazios preenchidos, luz e agonia
Através de um, nenhum
No fim, algum eu assumo
Meridiano passado e antes
Abundantes, ativa, constantes
Chama à intempérie
Com e do ar adere
Possui a margem, as idades
Libra, magia, agudo, grave
Refrão: x8

Composição: A. Hernandez / Fernandez Caballero / Raul Chapa