AMORALARTE
Alimento el odio plastilina y Maracaibo
Drogada del estrecho los niños juegan con Play-Doh
Restaurante Sala entran y salen Bugattis Veyron
Todos sois escoria como los muros del monasterio
Fuck niño Gredos
Si no te caigo bien normal te caigo bien a codos
De día grabo crudo de noche respiro ruidos
Tengo raves y pitidos en los bronquiolos, ah
Por dos calos que me quedan lo mato y me rulo otro
Estoy entrando a butrón en un cáncer de estado cuatro
Fecundo la ruina in vitro dentro de una litro
Estoy entrando al metro con un porro kilométrico
Regalo tatuajes a pieles de cerdo
Han vendido la piel del oso y es imposible cazarlo
Abrigados como osos pardos dientes de lobo huargo
La sierra north-west lo barato le sale en cargos
Las adicciones no joden como seres humanos
Da igual si es echar un polvo o esnifártelo en los baños
No echo de menos la fiesta, no hecho de menos tu coño
Hecho de menos como me subían hace un año
Salen pijos con Bujanda y con jersey de cuello alto
Yo nunca me tapo el cuello y eso que le salen bultos
Todo el día dando saltos, toso y me imagino hardcore
Duermo con restos de alcohol y estampados de leopardo
Es así delgados y rapidos como galgos
Salgo a fumar un cigarro con mis cuatro hermanos Dalton
Esto es poison la chispa Nate Robinson
Lo bueno se me aleja como Robinson de Willson
Podría con más, pero no tengo un buen porqué
A estas alturas la jasca ya me jodo por deporte
So cabrón no hay zona de confort que reconforte
Esto no es amor al arte son monos de drogas fuertes
Saw rules mandamiento de la sierra noroeste
Coméis culo y habláis peste
Como dice dosmilveintidos o lo que sea
AMORALARTE
Alimento o ódio, plastilina e Maracaibo
Drogada do estreito, as crianças brincam com Play-Doh
Restaurante Sala, entram e saem Bugattis Veyron
Todos são escória como os muros do mosteiro
Foda-se, moleque Gredos
Se eu não te caio bem, normal, te caio bem a cotoveladas
De dia gravo cru, de noite respiro barulho
Tenho raves e apitos nos brônquios, ah
Por dois calos que me restam, eu mato e rolo outro
Estou entrando a butrón em um câncer de estado quatro
Fecundo a ruína in vitro dentro de uma litro
Estou entrando no metrô com um baseado quilométrico
Dou tatuagens a peles de porco
Venderam a pele do urso e é impossível caçá-lo
Abrigados como ursos pardos, dentes de lobo huargo
A serra noroeste, o barato sai caro
As adições não fodem como seres humanos
Tanto faz se é dar uma rapidinha ou cheirar no banheiro
Não sinto falta da festa, não sinto falta da sua xoxota
Sinto falta de como eu me sentia há um ano
Saem playboys com Bujanda e suéter de gola alta
Eu nunca tampo o pescoço e isso que aparecem os caroços
O dia todo pulando, tosse e me imagino hardcore
Durmo com restos de álcool e estampas de leopardo
É assim, magros e rápidos como galgos
Saio pra fumar um cigarro com meus quatro irmãos Dalton
Isso é veneno, a faísca Nate Robinson
O bom se afasta de mim como Robinson de Willson
Poderia ter mais, mas não tenho um bom motivo
A essa altura, a jasca já me fode por esporte
Então, seu filho da puta, não há zona de conforto que reconforte
Isso não é amor à arte, são macacos de drogas pesadas
Saw rules, mandamento da serra noroeste
Comem cu e falam merda
Como diz dois mil e vinte e dois ou o que seja