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Tigre, tigre

Cor Veleno

Tigre, tigre

Grandi Numeri:
I segni sul corpo, gli artigli nel posto,
stessa luce negli occhi, sì, vi riconosco;
è ora, fottutamente ora,
per uno che smette un altro che insiste ancora;
ecco le Tigri, mani più su se più su vuoi che arrivi,
a tu per tu con il mondo che vivi;
no, no passivi,
fammi sentire il volume dei tuoi respiri;
stavo nel sottosuolo quando non c' era petrolio,
altri solo ora che è esplosa la febbre dell' oro;
loro reclamano un contratto,
parlano di stoffa per l'affare, ma a me pare non ne siano tagliati affatto;
vuoi la nostra estinzione?! (boh!)
lascerò tracce a chi verrà dopo in questa nazione;
arrenditi nessuna resistenza,
o attendimi, che la nostra invasione comincia.

Rit. 2 volte:
Questa è la tua notte...Tigre!
Non ti sento dillo più forte...Tigre!
Ora hai tutto quello che serve,
sai di che parlo come lo sa chi lo sente.

Primo:
Ti risulto? Non ti risulto? Non mi cambia molto,
io non vengo a fare mucchio tra di voi se il vostro culo è rotto;
zucchero, dimmelo in anticipo se mi hai venduto,
chiedono lo show dei Cor Veleno.... lo escludo!
Fin da piccolo prendersi un posto voleva dire sangue,
da grande, che cazzo ne so.....io da mo' che giro con le spranghe
dentro il bagagliaio,
e le mie tigri dietro fanno (cosa?!) soggezione a tutte le persone del mio circondario;
eppure hanno il sole negli occhi,
eppure tu fraintendi il loro impeto e neanche le tocchi;
un' indole marcata sa se il disegno quadra,
i vostri guai lontani da me, cercate uno psichiatra;
Tigre, abbi pazienza che il tuo uomo è per strada,
sa che stai aspettando con la bocca asciutta e la fica bagnata;
avrai soddisfazione,
certo che l' avrai quando il cerchio del tuo amore sarà intorno a tutte le persone.

Rit. 4 volte:
Questa è la tua notte...Tigre!
Non ti sento dillo più forte...Tigre!
Ora hai tutto quello che serve,
sai di che parlo come lo sa chi lo sente

Tigre, tigre

Grandes Números:
As marcas no corpo, as garras no lugar,
mesma luz nos olhos, sim, eu reconheço vocês;
é hora, foda-se, é hora,
para um que desiste, outro que insiste ainda;
aqui estão as Tigres, mãos pra cima se você quer que eu chegue,
a cara a cara com o mundo que você vive;
não, não passivos,
me faça sentir o volume dos seus suspiros;
Eu estava no subsolo quando não havia petróleo,
outros só agora que a febre do ouro explodiu;
elas reclamam um contrato,
falam de pano pro negócio, mas pra mim parece que não são cortadas pra isso;
você quer a nossa extinção?! (sei lá!)
vou deixar marcas pra quem vier depois nesta nação;
se renda, sem resistência,
ou me espere, que a nossa invasão começa.

Refrão 2 vezes:
Essa é a sua noite...Tigre!
Não te escuto, grita mais forte...Tigre!
Agora você tem tudo que precisa,
sabe do que falo como quem sente.

Primeiro:
Eu sou relevante pra você? Não sou? Não muda muito pra mim,
eu não venho fazer grupo entre vocês se o seu cu tá quebrado;
açúcar, me avise antes se você me vendeu,
pedem o show dos Cor Veleno... eu excluo!
Desde pequeno, ter um lugar significava sangue,
adulto, que porra eu sei... eu já ando com as barras
no porta-malas,
e minhas tigres atrás fazem (o que?!) respeito a todas as pessoas do meu entorno;
e mesmo assim têm o sol nos olhos,
e mesmo assim você mal entende o ímpeto delas e nem as toca;
uma índole marcada sabe se o desenho bate,
seus problemas longe de mim, procure um psiquiatra;
Tigre, tenha paciência que seu homem tá na rua,
sabe que você tá esperando com a boca seca e a xoxota molhada;
você terá satisfação,
claro que terá quando o círculo do seu amor estiver em volta de todas as pessoas.

Refrão 4 vezes:
Essa é a sua noite...Tigre!
Não te escuto, grita mais forte...Tigre!
Agora você tem tudo que precisa,
sabe do que falo como quem sente.

Composição: