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Água Morta, Caminhe Conosco

Coram Lethe

Dying Water Walk With Us

The beast is coming, nothing can stop it
it devours and destroys, tracing death
has travelled through time always with us
invisible and deadly, is a part of us...
A sinister premonition, as in a mirror,
you look into your eyes but your eyes don't look back...
The last wave of grey silence
killing shadows on cross of blood
while my body's walking (screaming)
dying water walk with us...
It's like a roar, a divine collision,
the earth breaks open, breath vanishes
the worst of nightmares the skin that burns,
fleeing angels as from themselves...
Through persecution of the being
until symbiosis with light
the conscience of earth-children is troubled
but from their hands only pain...
The human flame isn't lit for long
but sun is dry for whoever possesses
The weeping mother, the infinity is spent
just a desert, a new dwelling place.
The beast is alive, is hungry for slaves,
raging murder, crushes onto us
or maybe it is us in constant descent
it's our journey, its aim, nothing!

"Affoga la furia nelle acque lungo il cammino della decadenza trasformando in omicida il volto del tuo ego accettando la mano di una pallida morte..."

Água Morta, Caminhe Conosco

A besta está vindo, nada pode detê-la
ela devora e destrói, traçando a morte
viajou no tempo sempre conosco
invisível e mortal, é parte de nós...
Uma premonição sinistra, como em um espelho,
você olha nos seus olhos, mas seus olhos não olham de volta...
A última onda de silêncio cinza
matando sombras na cruz de sangue
enquanto meu corpo caminha (gritando)
água morta, caminhe conosco...
É como um rugido, uma colisão divina,
a terra se abre, o ar desaparece
o pior dos pesadelos, a pele que queima,
anjos fugindo de si mesmos...
Através da perseguição do ser
até a simbiose com a luz
a consciência das crianças da terra está perturbada
mas de suas mãos só dor...
A chama humana não arde por muito tempo
mas o sol está seco para quem possui
A mãe que chora, a infinidade se esgota
apenas um deserto, um novo lugar para habitar.
A besta está viva, está faminta por escravos,
morte furiosa, nos esmaga
ou talvez sejamos nós em constante descida
é nossa jornada, seu objetivo, nada!

"Afogue a fúria nas águas ao longo do caminho da decadência transformando em assassino o rosto do seu ego aceitando a mão de uma pálida morte..."