The First Man
Dream into being.
Ancestors eternal,
Two giants faternal,
Wielding stone knives.
Upon shapeless bodies,
The all-father's follies,
They carve human lives.
Sun mother!
Wake unborn seeds
To grow,
Snakes to bleed
Mighty rivers
That quiver and
Flow.
The light on the oils,
A spectrum of coils:
Rainbow serpent.
The storm clouds empowered,
Crying orhpans devoured,
Drowned in its currents.
Eaglehawk,
Your children slain
By crow,
Split your pain!
Through the brush you stalk,
Draped in quills of flame.
Raven dyed in smoke,
Entombed birds reborn,
Locked in everlasting strife.
Mourn the songs
Of times past.
Prisons
Engorged with
Risen
"savages,"
The first
To forge myths.
Still, thrist
Ravages
All.
Proud first people
Beneath the steeple
Of a white ogd.
Whole trives accused,
Children abused.
No spared rod.
Terra
Nullius,
Bearer
Of disease.
Slowly
Breathe in this
Lowly
Gasoline
Death.
Culture borken,
Half-castles stolen,
A mother's shout.
The flaying of skin,
Eugenic sin,
Black bred out.
A swallowing torrent
Once swept the abhorrent
Beneath the foam.
May spirits of rain
Rise up once again, to
Shape the land we roam.
Uluru,
Battle of snakes,
The earth
Roused awake
To tremble anew,
A howling mountainous birth.
Demons spawned of mud
Sculpt generations in their blood.
O Primeiro Homem
Sonhe em ser.
Ancestrais eternos,
Dois gigantes fraternos,
Empunhando facas de pedra.
Sobre corpos sem forma,
As loucuras do pai de todos,
Eles esculpem vidas humanas.
Mãe sol!
Acorde sementes não nascidas
Para crescer,
Cobras a sangrar
Rios poderosos
Que tremem e
Fluem.
A luz nos óleos,
Um espectro de espirais:
Serpente arco-íris.
As nuvens de tempestade empoderadas,
Chorando órfãos devorados,
Afogados em suas correntes.
Águia,
Seus filhos mortos
Pela corvo,
Divida sua dor!
Pela mata você persegue,
Envolto em penas de chama.
Corvo tingido de fumaça,
Pássaros sepultados renascem,
Trancados em luta eterna.
Lamente as canções
Dos tempos passados.
Prissões
Entupidas com
Os que se levantaram
"selvagens,"
Os primeiros
A forjar mitos.
Ainda assim, a sede
Devora
Todos.
Orgulhosos primeiros povos
Debaixo do campanário
De um deus branco.
Tribes inteiras acusadas,
Crianças abusadas.
Nenhuma vara poupada.
Terra
Nullius,
Portadora
De doenças.
Devagar
Respire este
Baixo
Gás
Mortal.
Cultura quebrada,
Meias-casas roubadas,
Um grito de mãe.
A pele sendo retirada,
Pecado eugênico,
Negros eliminados.
Uma torrente engolidora
Uma vez varreu o abominável
Sob a espuma.
Que os espíritos da chuva
Se levantem mais uma vez, para
Moldar a terra que vagamos.
Uluru,
Batalha de cobras,
A terra
Despertou
Para tremer de novo,
Um nascimento montanhoso uivante.
Demônios gerados do barro
Esculpem gerações em seu sangue.
Composição: Arthur von Nagel / Brennan Kunkel / Cormorant / Matt Solis / Nick Cohon