Ó Abençoado, Shakyamuni Buda
Precioso tesouro de compaixão
Concessor de suprema paz interior
Tu, que amas todos os seres sem exceção
És fonte de bondade e felicidade
E nos guia ao caminho libertador
Teu corpo é uma joia-satisfaz-os-desejos
Tua fala é um néctar purificador e supremo
E tua mente, refúgio para todos os seres vivos
Então me desculpe por eu ser tão fútil
Eu não queria ser
Então me desculpe por eu ser tão fútil
Eu não queria ser
Então me desculpe por eu ser tão fútil
Eu não queria ser
Então me desculpe por eu ser tão fútil
E não como você
Me sinto culpado não importa o que eu faço
Levando meus versos por onde eu passo
Eu amo o que eu faço não é coisa do acaso
Produzi minhas dores dentro do meu quarto
Me senti brilhante num dia nublado
Memorias na mente tem me atormentado
Pensando em mil coisas mas sigo calado
Produzi minhas dores dentro do meu quarto
Mas se eles soubessem o quanto eu já amei
Mas se eles soubessem o quanto eu chorei
Mas se eles soubessem de quanto eu tentei
Mas se eles soubessem o quanto eu errei
Com as mãos postas, me volto para ti
Amigo supremo e estável
E peço do fundo do meu coração
Por favor, concede-me a luz de tua sabedoria
Para dissipar a escuridão da minha mente
E curar o meu continuum mental