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O Trono Vazio

CORTIXIS

A atmosfera pesa, o ar parou de fluir
Um brilho vermelho que me impede de fugir
O sistema não mente, o aviso está lá
O cavaleiro de sangue veio me caçar
Passos pesados em um chão de solidão
Guardando um trono sem rei, na escuridão
A armadura range, o medo é real
Diante do comandante, o juízo final

Ele corta o destino como se fosse graveto
Cada golpe é um verso do meu próprio alfabeto
De morte, de sangue, de velocidade
Onde a força bruta encontra a crueldade

Igris, o vermelho, sombra do terror
Guardião do silêncio, mestre do valor
Erga sua lâmina, sinta o meu mana
Nessa dança de morte que o destino emana
Igris, o nobre, o brilho no olhar
Onde o fim do caminho começa a brilhar!

Mas algo mudou no meio do clarão
Ele viu minha adaga, viu minha mão
Um monstro? Um demônio? Não, um cavaleiro!
Que honra o combate, do início ao inteiro
Ele solta a espada, descarta o metal
Pra lutar no meu nível, no corpo a corpo letal
Não é só um teste, não é só destruição
É o código de honra de um coração em extinção

Igris, o vermelho, sombra do terror
Guardião do silêncio, mestre do valor
Erga sua lâmina, sinta o meu mana
Nessa dança de morte que o destino emana
Igris, o nobre, o brilho no olhar
Onde o fim do caminho começa a brilhar!

Ele se desarmou (ele se desarmou)
Para igualar a dor (para igualar a dor)
Respeito no aço, lealdade no corte
O general que abraça a própria sorte

Atenção sufocante
Vermelho sangue
Amanhã ele será minha sombra
Arise

Composição: Marcelo Afonso Cubis