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Tragédia

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Tragedy

Take comfort in the cadence of the bond we share
A visionary born and raised to see with an unbiased sense of sight
We pause just for a second to properly embrace the radiance
We are the anointed dipped in filth
Taught to cower in fear of being identified
But tragedy will find us

I’m held captive by my spoiled soul
I won’t allow it to affect my stride
The procession will proceed as we’re gifted with our own idea of peace

So find yourself in me
I promise I will keep you as we harvest the passion that remains
Make my skin your sanctuary

I make a pact with the earth to draw life from the living
Make my skin your sanctuary
Leap to the beat of my blood
So place your hand in mine, drag your feet across the tops of trees
Breathe easy knowing that the branches will support you
And the weight of your complication

In the midst of the ruin that surrounds us
We communicate but only in tongues
Our lips will welcome the caress of the crucifixion
And we stain the wood with defeat

I am not a mortal, I am a metaphor for moving forward

Tragédia

Encontre conforto na cadência do laço que compartilhamos
Um visionário nascido e criado para ver com um olhar imparcial
Paramos só por um segundo para abraçar a radiança
Nós somos os ungidos mergulhados na sujeira
Ensinados a nos encolher de medo de sermos identificados
Mas a tragédia nos encontrará

Estou preso pela minha alma estragada
Não vou deixar que isso afete meu passo
A procissão vai continuar enquanto somos presenteados com nossa própria ideia de paz

Então encontre-se em mim
Prometo que vou te guardar enquanto colhemos a paixão que resta
Faça da minha pele seu santuário

Faço um pacto com a terra para tirar vida dos vivos
Faça da minha pele seu santuário
Salte no ritmo do meu sangue
Então coloque sua mão na minha, arraste seus pés pelo topo das árvores
Respire tranquilo sabendo que os galhos vão te sustentar
E o peso da sua complicação

No meio da ruína que nos cerca
Nos comunicamos, mas só em línguas
Nossos lábios vão acolher o toque da crucificação
E manchamos a madeira com a derrota

Não sou um mortal, sou uma metáfora para seguir em frente

Composição: