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vales de concreto

Cras

Valleys of Concrete

Through the cold valleys of concrete
Where lost souls face the walls
Affliction accompanies me
Guiding me to my destiny

No, no hope
No faith
No more sanity
Anger, fear, sorrow
Killed me

Walls are painted with memories
Of our battles lost and won
Inked with blood and tears
Destroying the plaster

Intuition
Has no value on these lands
There's only dead ends, after dead ends
In this prison made of rust and sand

vales de concreto

Através dos vales frios de concreto
Onde almas perdidas enfrentam as paredes
A aflição me acompanha
Guiando-me para o meu destino

Não, sem esperança
Nenhuma fé
Não há mais sanidade
Raiva, medo, tristeza
Matou-me

As paredes são pintadas com memórias
De nossas batalhas perdidas e ganhas
Com sangue e lágrimas
Destruindo o gesso

Intuição
Não tem valor nessas terras
Só há becos sem saída, depois de becos sem saída
Nesta prisão feita de ferrugem e areia

Composição: Cris Cezar, Cras, Cras, Hercules Breno Ferreira da Silva