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Jesus É Meu Caminho de Volta

Crime In Stereo

Jesus Is My Ride Home

Sin first through the madness, Glass and Ash. Rooftop
perched staggering captains over the backyard captive.
and it's not what's so attractive is in the madness
and sin. it's in waiting for the kids to ignite so we
can see what happens watch the place divide into
private bathrooms, arising wide -eyed scissored
straws, looking surprised. we can watch the commerce
rise across the cobblestone, selling everything from
getting stoned to being less alone. and if you want to
be left alone endanger gutters on your own. what's the
use of those solitary's rooftop blues when there's
smoke to stain your fingers? chasing rafters, raining
sulfur and English on every pretty face in the room.
oh the gravity of the spinning ground slows the
growing legend in this house surrounds the night,
closing in like a crowd in gossip, traffic and sound
oh the soul of this dying town, it's come alive when
you come around in every muscle twitch that shakes the
dust right off your skin. every backseats niche. the
younger kid that run to tell their friends all the
things our private roof can bring. much of madness,
much of sin.

Jesus É Meu Caminho de Volta

O pecado primeiro na loucura, vidro e cinzas. No telhado
capitães cambaleantes sobre o quintal cativo.
e o que não é tão atraente está na loucura
e no pecado. está em esperar as crianças se acenderem pra que a gente
possa ver o que acontece, assistir o lugar se dividir em
banheiros privados, surgindo com olhos arregalados - canudos
cortados, parecendo surpresos. podemos assistir o comércio
crescer pelo paralelepípedo, vendendo de tudo, desde
ficar chapado até se sentir menos sozinho. e se você quiser
ficar sozinho, arrisque as calhas por conta própria. qual é o
uso dessas tristezas solitárias no telhado quando há
fumaça pra manchar seus dedos? perseguindo vigas, chovendo
enxofre e inglês em cada rosto bonito na sala.
oh, a gravidade do chão giratório desacelera a
lenda crescente nesta casa que envolve a noite,
fechando-se como uma multidão em fofocas, tráfego e som.
oh, a alma desta cidade moribunda, ela ganha vida quando
você aparece em cada contração muscular que sacode a
poeira do seu corpo. cada cantinho dos bancos de trás. a
criança mais nova que corre pra contar pros amigos todas as
coisas que nosso telhado privado pode trazer. muita loucura,
muito pecado.

Composição: