Sacrifice
Sacrifice
Feast upon the entrails of eternity
Drenched with the molten blood of
Stars
The eyes of suns hang lifeless
Upon what once was Solaris' throne
A beauty in solitude, tranquil
Nothingness
A thousand frozen possibilities
Shatter
Against the will of the one who
Remains
To create from what is not, the anvil
Of the void, the hammer of I
And bring forth the thoughts of
Utopia, made
Real from the corpse of time.
An empire vomited from the elite mind
Purity tarnished by the want of
Worship.
A sacrifice made to dispel loneliness
Surreal acknowledgment of shallow
Wants
To pay homage to an ego drenched lord.
Sacrifício
Devorar as entranhas da eternidade
Encharcadas com o sangue derretido das
Estrelas
Os olhos dos sóis pendem sem vida
Sobre o que um dia foi o trono de Solaris
Uma beleza na solidão, tranquila
Nada
Mil possibilidades congeladas
Se despedaçam
Contra a vontade de quem
Permanece
Para criar do que não é, a bigorna
Do vazio, o martelo de eu
E trazer à tona os pensamentos de
Utopia, feitos
Reais a partir do cadáver do tempo.
Um império vomitado da mente elitista
Pureza manchada pelo desejo de
Adoração.
Um sacrifício feito para dissipar a solidão
Reconhecimento surreal de desejos rasos
Para prestar homenagem a um senhor ensopado de ego.